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sexta-feira, 25 de maio de 2012

A emancipação da Mulher (na visão Espírita)


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À época em que se vislumbravam os primeiros ensaios, de ser possível à mulher ter algum direito nas atividades públicas tidas como exclusivas do homem, a Ciência Espírita já estava em pleno desenvolvimento,  trazendo revelações e esclarecimentos à Humanidade da importância de nossa estada neste Planeta, nos dando pleno conhecimento de nossas origens e apontando com segurança o rumo de nossos destinos na eternidade.

Os ensinos dos Espíritos, coordenados e publicados por Allan Kardec, deixavam e deixam sem nenhuma dúvida, qualquer um que os estudem, livre das peias do preconceito, pois, a tônica desses ensinos gira sempre no princípio de Liberdade, de Igualdade e de Fraternidade em todos os setores da vida Humana.

A partir do ano 1858, janeiro, quando ainda o preconceito contra a mulher era público, isto é, quando a minoria esclarecida tinha certos cuidados em advogar a favor  dos direitos de igualdade; quando as petições eram muito discutidas nos parlamentos, nas câmaras dos deputados, nos senados de vários países e eram refutadas,  Allan Kardec, por orientação dos Espíritos em missão, inaugurou o “Jornal de Estudos Psicológicos” Revista Espírita (RE) para a divulgação dos tratados espíritas, dentre eles e com destaque, a emancipação da Mulher.

O tema era tratado solenemente, com firmeza, pela fé inabalável ante a claridade de um futuro presente aos olhos dos que buscavam nesta fonte de verdades, que os Espíritos Superiores,  autorizados por Jesus a trazerem novas revelações que a mais de 2000 anos prometeu enviar-nos:

“Mulheres, não temais deslumbrar os homens pela beleza, pela graça e pela superioridade; mas que saibam eles, a fim de se vos tornarem dignos, que devem ser tão ricos de caráter quanto sois belas, tão sábios quanto sois boas, tão instruídos quanto sois ingênuas e simples. É necessário saberem que vos devem merecer, que sois o prêmio da virtude e da honra,... ...mas da honra segundo Deus.” (O Papel das Mulheres, RE, Dezembro/1858 – médium Sr. F...,  espírito Bernard Palassy)

“...as mulheres serão em tudo semelhantes a vós; então formareis um todo: sereis a cabeça e elas o coração; sereis o pensamento benfazejo e elas as mãos liberais. Uni-vos, pois, não apenas pelo amor, mas para o bem que podeis fazer a dois...” (Idem,Idem...)

“...A influência da mulher no século dezenove! Acreditais que ela tenha esperado esta época para que continueis a dominá-la, pobres e fracos homens que sois? Se tentastes aviltá-la, foi porque a temíeis; se tentastes abafar a sua inteligência, foi porque receastes a sua influência. Somente em seu coração não pudestes opor barreiras. ..” (Dissertações Espíritas, RE, Dezembro/1860 – Médium Srta. Eugénie, espírito Alfredo de Musset) 
“...filha de Deus, ela amará em seus filhos a visita do Espírito criador; quererá saber para ensinar aos seus; amará seu país e saberá a sua história, a fim de iniciar seus filhos nas grandes ideias progressivas. Serão mães e médicas, conselheiras e mentoras; numa palavra, serão mulheres segundo o Espiritismo, isto é, o futuro, o progresso e a grandeza da pátria em sua mais larga expressão.” (Dissertações Espíritas: O Estado Social da Mulher, RE, Outubro/1865 – Médium: Sr. Leymarie , espírito Baluze )

“...Com a Doutrina Espírita, a igualdade da mulher não é mais uma simples teoria especulativa; já não é uma concessão da força à fraqueza, mas um direito fundado nas próprias leis da Natureza. Dando a conhecer essas leis, o Espiritismo abre a era da emancipação legal da mulher, ...”(As Mulheres Têm Alma?  Título que Allan Kardec usa para expor pela ciência e pela filosofia espírita, a igualdade da mulher . Janeiro/1866) 

“Pode-se considerá-la como emancipada moralmente, se não legalmente. É a este último resultado que ela chegará um dia, pela força das coisas.”  (Revista Espírita - Janeiro/1866 - Allan Kardec)

“Pobre homens! Se refletísseis..., antes deveríeis regozijar-vos que vos afligir com a emancipação da mulher, e admiti-la no banquete da inteligência, abrindo-lhe de par em par  todas as portas da Ciência,...” ; (Idem, Idem..)

“Que o homem destrua as barreiras que seu amor-próprio opõe à emancipação da mulher e logo a verá alçar o seu voo, com grande vantagem para a sociedade. Ficai sabendo que a mulher, como todos vós, tem a centelha divina, porque a mulher é vós, como vós sois a mulher.” 
(Sociedade de Paris, 10 de maio de 1867 – Médium: Sr. Morin, em sonambulismo espontâneo)

Parabéns a todas as mulheres que lutaram, lutam e continuarão lutando, em todos os setores da vida, para alcançar seu espaço que lhes está reservado na sociedade e temos a certeza que alcançarão pois a Ciência Espírita melhora nossa visão contribuindo para revermos nossos conceitos a enxergar em cada ser, um igual.

“Ora, é para temer, e é o que ocorrerá, que na febre de emancipação que a atormenta, a mulher se julgue apta a preencher todas as atribuições do homem e que, caindo num excesso contrário, depois de ter tido muito pouco, queira ter em demasia. Tal resultado é inevitável, mas absolutamente não é para assustar. Se as mulheres têm direitos incontestáveis, a Natureza tem os seus, que jamais perde. Em breve elas se cansarão dos papéis que não são os seus. Deixai-as, pois, que reconheçam pela experiência sua insuficiência nas coisas às quais a Providência não as requisitou; ensaios infrutíferos as reconduzirão forçosamente ao caminho que lhes é traçado, caminho que pode e deve ser ampliado, mas que não pode ser desviado sem prejuízo para elas próprias, abalando a influência toda especial que elas devem exercer.”
 (Allan Kardec publicado na RE junho 1867)
A Natureza é equilíbrio e tudo caminha para tal. A harmonia entre o homem e a mulher nos seus direitos e deveres nos conduzirá a um mundo regenerado, de paz, de compreensão e respeito mútuo.

Links Relacionados

Artigo de Paulo Cardoso  - paca@sodecristo.org.br.

quinta-feira, 24 de maio de 2012

Resumo Doações Abril 2012

Prestando Contas


II Coríntios, 4,13-14


13.    Animados deste espírito de fé, conforme está escrito: 
        Eu cri, por isto falei (Sl 115,1),
        também nós cremos,
        e por isso falamos
.    
14.    Pois sabemos que aquele que ressuscitou o Senhor Jesus, 
        nos ressuscitará também a nós com Jesus e 
        nos fará comparecer diante dele convosco.

Considerações.

Qual a necessidade de se falar uma vez que se tenha crido em algo?
Por que não apenas crê e pronto?

O que é para a vida deve ser compartilhado. É assim com o que alimenta a vida do corpo.
Com mais forte razão deve ser com o que alimenta a vida do Espírito.

É caridade dividir os bens dos quais se cumula; e conservá-los apenas para si é egoismo.
O Senhor da vinha pode perguntar: "que fizestes dos bens que te confiei?"
Portanto, não guademos a nossa fé na sepultura do silêncio, pois, 
também nós cremos, e por isso falamos.   


Bom dia a todos!
Luiz Alves

quarta-feira, 23 de maio de 2012

Postura Mental

Não sou psiquiatra, nem terapeuta, no entanto, uma vez que ocupo cargo de Dirigente de uma Instituição Religiosa, vez ou outra, converso com as pessoas na tentativa de ajudá-las.
Recordo-me de um homem que certa vez me procurou, porque não estava em paz consigo mesmo. Suas enfermidades - na classificação dele mesmo - eram fantasmas, porque os médicos nunca encontravam doença alguma.
Notei, depois de certo tempo de conversa, que ele tinha um considerável distúrbio comportamental na área da sexualidade.
Então movido por uma forte intuição, arrisquei dizer:
Meu irmão, talvez essas doenças fantasmas e essas perturbações tenha a ver com seu hábito de trair.
Ele reagiu agressivamente e respondeu-me:

  • O senhor está me ofendendo. Fique sabendo que sou casado há quinze anos e nunca traí minha esposa.
  • Pense bem, insisti, o senhor pode ter se esquecido.....
  • De maneira alguma! Sua afirmação é absurda!

E quando ele se levantou para sair da sala, indaguei:

  • E em pensamento, as traições não acontecem?

Um tanto que desapontado, ele respondeu:

  • Ah! Mas em pensamento conta?

A nossa postura mental pode determinar nossa saúde ou nossa enfermidade, de acordo com aquilo que construímos mentalmente.
Não podemos esquecer que é no pensamento que articulamos as idéias que vão dirigir nossas ações.
Se é verdade que nem tudo que você pensa você faz, não é menos verdade que tudo que faz passa primeiro pelo pensamento.
No início do capítulo, observamos alguém atormentado no campo do sexo, sem nunca ter traído a esposa.
É através do chamado "processo mental" que articulamos vinganças, elaboramos fofocas e acabamos no tornando doentes.
Pensamentos vêm... Pensamentos vão... Até ai, muito natural. O problema é quando pensamentos perniciosos se alojam em nossa mente, ocasionando as mais variadas doenças físicas e espirituais.
Via de regra, somos relapsos com nossos pensamentos. Procuramos educar a língua, afinal não podemos falar o que queremos em qualquer lugar.... Mas permanecemos descuidados com o pensamento.
Você não pode ser escravo do seu pensamento.
Você precisa aprender a governar as construções do pensamento.
Você necessita ter domínio sobre seu pensamento.
Muitas pessoas que afirma estar sendo perseguidas por espíritos inferiores, estão na verdade sendo vítimas dos próprios pensamentos infelizes.

Muitos afirma: "Parece que minha vida está amarrada".
E está mesmo!... Amarrada por um "nó cego" - o "nó cego" dos pensamentos inferiores, que de certa forma "amarram" a vida em situações negativas.
Não permita que pensamentos negativos invadam sua casa mental. Não esqueça de que você tem a chave. Um exemplo:
Quem só pensa em sexo, ou seja, quem vive a imaginar as situações mais picantes com os mais variados parceiros ou parceiras, em pouco tempo comprometerá a saúde do chacra genésico. e nesse caso, em breve tempo surgirão doenças no corpo físico, que terão sua origem num pensamento deseducado.

É uma questão de postura mental!
Sugestões de perguntas a serem feitas a você mesmo:

  • Quais pensamentos o perturbam? Por que o perturbam?
  • Você pensa em demasia em problemas que ainda não aconteceram?
  • Quanto tempo um pensamento negativo ocupa sua mente?
  • Você tem conseguido substituir um pensamento ruim por um bom?

Pense nisso!

Texto extraído do livro Uma Questão de Escolha, de Agnaldo Paviani, ed. Sintonia Ltda, Votuporanga, SP. 1ª edição, 2011.

terça-feira, 22 de maio de 2012

A avareza


Revista Espírita, fevereiro de 1858
DISSERTAÇÃO MORAL DITADA POR SÃO LUIS À SENHORITA HERMANCE DUFAUX
6 de janeiro de 1858
1.
Tu que possuis, escuta-me. Um dia, dois filhos de um mesmo pai receberam, cada um, um alqueire de trigo. O primogênito encerrou o seu num lugar oculto; o outro encontra, em seu caminho, um pobre que pede esmola; corre a ele, e vira, no pano do seu casaco, a metade do trigo que lhe foi dado, depois continuou sua rota, e foi semear o resto no campo paterno.
Ora, por esse tempo, veio uma grande fome, os pássaros do céu morriam ao lado do caminho. O irmão primogênito correu ao seu esconderijo, mas aí não encontra senão pó; o caçula, tristemente, ia contemplar o seu trigo, desanimado, quando encontra o pobre ao qual havia assistido. Irmão, disse-lhe o mendigo, ia morrer, tu me socorreste; agora, que a esperança secou em teu coração, segue-me. Teu meio alqueire quintuplicou em minhas mãos; apaziguarei a tua fome e viverás na abundância.
2.
Escuta-me, avaro! Conheces a felicidade? Sim, não é? Teu olhar brilha com um sombrio esplendor em tua órbita que a avareza cavou mais profundamente; os lábios se fecham; teu nariz treme e prestas atenção. Sim, ouço, é o ruído do ouro que a tua mão acaricia jogando-o em teu esconderijo. Tu dizes: É a volúpia suprema. Silêncio! Vem alguém. Fecha depressa.
Bem! estás pálido! teu corpo estremece. Tranqüiliza-te; os passos se distanciam. Abre; olha, ainda, o teu ouro. Abre! não temas mais; estás bem sozinho. Ouves! não, nada; é o vento que geme passando sobre a soleira da porta.
Olha; quanto ouro! mergulha plenamente as mãos: faze soar o metal; tu és feliz.
Feliz, tu! mas a noite é sem repouso e o teu sono é atormentado por fantasmas.
Tens frio! Aproxima-te da chaminé; aquece-te nesse fogo que crepita tão alegremente. A neve cai; o viajor se envolve, friorento, em seu casaco, e o pobre tirita sob os seus andrajos.
A chama do fogo se abranda; atire madeira. Mas não; pare! é o teu ouro que consomes com essa madeira; é o teu ouro que queima.
Tens fome! Tens, toma; sacia-te; tudo isso é teu, pagaste com o teu ouro. De teu ouro! Essa abundância te deixa indignado, esse supérfluo é necessário para sustentar a vida? Não, esse pequeno pedaço de pão basta; ainda é muito. Tuas vestes caem em farrapos; a casa fende-se e ameaça ruir; tu sofres de frio e de fome; mas que importa! tens o ouro.

Infeliz! Esse ouro, a morte dele te separará. Tu o deixarás à beira do túmulo, como o pó que o viajor sacode no limiar da porta onde a sua família bem-amada o espera para festejar o seu regresso.
Teu sangue enfraquece, envelhecido pela tua miséria voluntária, está frio nas veias. Os herdeiros ávidos acabam de atirar o teu corpo num canto do cemitério; te vês face a face com a eternidade. Miserável! Que fizeste desse ouro que te foi confiado para soerguer o pobre? Ouves essas blasfêmias? Vês essas lágrimas? Vês esse sangue? Essas blasfêmias são as do sofrimento que terias podido acalmar; essas lágrimas, tu as fizeste correr; esse sangue, foste tu que o verteste. Tens horror de ti; gostarias de fugir e não o podes. Sofres, condenado! Tu te contorces em teu sofrimento. Sofres! nada de piedade para ti. Não tiveste entranhas para o teu irmão infeliz; quem as terá para ti? Sofre! Sofre sempre! Teu suplício não terá fim. Deus quer, para te punir, que o CREIAS assim.
Nota.
Escutando o fim dessas eloqüentes e poéticas palavras, nos surpreendemos ouvindo São Luís falar da eternidade dos sofrimentos, quando todos os Espíritos superiores concordam no combate a essa crença, mas estas últimas palavras: Deus quer, para te punir, que o CREIAS assim vieram tudo explicar. Nós as reproduzimos nos caracteres gerais dos Espíritos da terceira ordem. Com efeito, quanto mais os Espíritos são imperfeitos, mais as suas idéias são restritas e circunscritas; o futuro, para eles, está no vago: não o compreendem. Sofrem; seus sofrimentos são longos; e, para os que sofrem por longo tempo, é sofrer sempre. Esse próprio pensamento é um castigo.
Em um próximo artigo, citaremos fatos de manifestações que poderão nos esclarecer sobre a natureza dos sofrimentos além-túmulo.

segunda-feira, 21 de maio de 2012

Entorno da Paz

Pé de Copaíba.

Um domingo maravilhoso, assim posso dizer do dia de ontem, 20 de maio de 2012. 
Ruy Meireles - CEPAK
Estivemos ontem participando de um evento pela Paz. 


Tratou-se de um dia ecumênico pela Paz, promovido pela Escola Maria Teixeira, em comemoração do vigésimo aniversário da FECIFA - Fraternidade Espírita Francisco de Assis, entidade mantenedora da escola, que fica na zona rural de Luziânia, mais propriamente no Jardim Inga.


Padre Hildo
Transferimos nossas atividades da Fraternidade neste domingo para aquele local, e acredito tenha sido uma decisão muito acertada.


Lá tivemos a oportunidade de ouvir oradores Espíritas (Ruy Meireles - CEPAK e Telma Rodrigues- BH, Católicos - Padre Hildo, Evangélicos - Pastora Ellen e Budistas - Thais (BSGI Centro Budista) sobre o tema PAZ.
Pastora Ellen - Igreja Batista Shaloon





Cada um por sua vez falou a respeito da PAZ que tanto desejamos e mostraram-nos que ela começa em nós mesmos, que é preciso a gente modificar nossos hábitos fazendo vivificar em nós em primeiro lugar para que ela possa expandir para todos.


Num lugar aprazível, rodeado pela natureza belíssima sentimos as vibrações da espiritualidade que naquele pequeno recanto com poucas pessoas, semearam mais algumas sementes para a Paz no nosso mundo, mas principalmente para o nosso entorno (do DF), onde pelas estatísticas se encontra uma das regiões mais violentas do mundo.


Temos certeza que aquelas vibrações que sentimos ontem irão se espalhar pela nossa região, capitaneadas pela Espiritualidade que trabalha incessantemente em nome do Cristo Jesus para estabelecer a harmonia, o amor e principalmente a paz para todos nós.


Conforme foi lembrado pelos oradores, o  "Eu vos deixo a minha Paz" de Jesus, é o emblema de que os Espíritos do Bem estarão trabalhando incessantemente para a Paz em nosso mundo.


Multipliquemos, façamos nós a nossa parte, enchendo-nos da paz íntima, paz do trabalho realizado com prazer, da vivência saudável em família, do respeito ao diferente porque a diferença é muito importante, da Paz pela Paz.


Agradecendo a Deus, a Jesus, a Maria, a Francisco de Assis, pela dádiva de poder participar de momento tão maravilhoso, esperando que todos possam receber as maravilhosas vibrações que ali foram derramadas.
Parabéns a Escola Maria Teixeira pelo brilhante evento.

Antonio

sexta-feira, 18 de maio de 2012

II Coríntios, 4, 7-12


7.    Porém, temos este tesouro em vasos de barro, 
      para que transpareça claramente que este poder extraordinário provém de Deus e não de nós.   
 
8.    Em tudo somos oprimidos,           mas não sucumbimos. 
       Vivemos em completa penúria,      mas não desesperamos.    
9.    Somos perseguidos,                   mas não ficamos desamparados.
       Somos abatidos,                        mas não somos destruídos.  
  
10.   Trazemos sempre em nosso corpo os traços da morte de Jesus 
        para que também a vida de Jesus se manifeste em nosso corpo.  
  
11.    Estando embora vivos, somos a toda hora entregues à morte por causa de Jesus, 
        para que também a vida de Jesus apareça em nossa carne mortal.    

12.    Assim em nós opera a morte, e em vós a vida.


Considerações.

O tesouro: o conhecimento do esplendor de Deus,poder extraordinário que a tudo e a todos substancia sem que se dê conta!
Os órgãos vitais incessantemente operam para que o espírito viva no corpo.
E o Espírito irradie a ciência do amor de Deus em cada um, pois que a cada dia: 

Não sucumbimos, nem desesperamos, nem ficamos desamparados e nem destruídos, 
porque mesmo o que é abatido, vive por não ser destruído. 

E mesmo é de todo impossível ao mau, ou homem mau, destruir o INFINITO AMOR DE DEUS.

Bom dia a todos!
Luiz Alves