25. Comei de tudo o que se vende no açougue, sem indagar de coisa alguma por motivo de consciência.
26. Do Senhor é a terra e tudo que ela encerra.
31. Portanto, quer comais quer bebais ou façais qualquer outra coisa, fazei tudo para a glória de Deus.
Considerações.
Nestes versículos, instrui o apóstolo com relação a questões de alimento tão em voga em sua época e ainda presente neste século.
Cristo, em questão semelhante, faz o ensino “não é o que entra pela boca que mácula o homem, mas o que lhe sai da boca” acrescenta que a boca fala de que está cheio o coração.
Notória é a expressão “por motivo de consciência” e nela nos concentraremos.
Quando se diz que não se come tal alimento por motivos religiosos diante um que tenha convicção contrária, está-se a proferi-lhe uma condenação. Por isso em versículo adiante, esclarece o apóstolo que a consciência é a do outro.
Dito está: fazei ao próximo o que desejaríeis se vos façam. Então, o respeito à consciência e a liberdade de cada um – desde que esta não transponha os limites do direito recíproco – é esteio ao bom proceder e realiza o não julgueis para não serdes julgado.
Resume o apóstolo Portanto “quer comais quer bebais ou façais qualquer outra coisa, fazei tudo para a glória de Deus”.
Cuidemos para que tudo o quanto se faça, seja para a glória de Deus. E é sabido que pensar é uma ação.
Bom dia a todos
Por: Luiz Alves Rodrigues.
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