sexta-feira, 20 de fevereiro de 2015

3º CONGRESSO ESPÍRITA DO DF

                             Newsletter | Fevereiro 2015

3º CONGRESSO ESPÍRITA DO DF


 


Paz não é inércia



É o serviço do bem eterno em constante ascensão 


Por Diva Ferreira

Sempre ouvimos, quando alguém desencarna, a seguinte frase: “Que descanse em paz”. A impressão que fica, no primeiro momento, é que a paz está ligada à inércia, que significa apenas o descanso dos cadáveres. Ou, se vivos, não fazer nada, apenas fechar os olhos e deixar acontecer, sem se envolver, sem participar. No entanto, Jesus nos deixou um legado bem diferente sobre a paz: “Deixo-vos a paz, a minha paz vos dou; não vo-la dou como o mundo a dá” (João, cap. 14, vers. 27).

Para quem faz qualquer tipo de serviço divino neste momento aqui na Terra, Emmanuel, por meio da psicografia de Chico Xavier, relembra no livro “Palavras de Vida Eterna” que muitos negaram o berço a Jesus, mas ele nasceu em paz numa estrebaria. Relembra ainda que Herodes o perseguiu desde à infância; que, abandonado pelos próprios amigos, entregou-se serenamente à prisão injusta.

Fica bem claro que o autor aponta para as adversidades no caminho do bem servir ao Mestre, mesmo em menores proporções. Quem trabalha em serviços voluntários nas casas espíritas -  ou não -  sabe que encontrará grandes oportunidades de levar a paz, porque sempre haverá alguém necessitado. Por isso, vale reforçar as lições: “O mundo muda quando você muda”. “A paz começa com você”.

A paz que Jesus nos ensinou é justamente levá-la para quem precisa, com o próprio exemplo, na prática.
Emmanuel nos alerta, ainda, para não procurar segurança íntima fora do dever corretamente cumprido, ainda que isso nos custe sacrifício. Ou seja, o fortalecimento interno, espiritual, acontece na medida em que eu pratico a paz, em permanente crescimento.

Que as equipes envolvidas no 3º Congresso Espírita do DF, no Centro de Convenções Ulysses Guimarães, dias 17, 18 e 19 de abril, estejam sempre com o propósito de Jesus em mente: Ser a paz, ter paz e levar a paz.

Texto com base no livro “Palavras de Vida Eterna – Pág, 131 Jesus e Paz”. Francisco Cândido Xavier, pelo espírito de Emmanuel



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sexta-feira, 6 de fevereiro de 2015

Curas

"E curai os enfermos que nela houver e dizei-lhes: É chegado a vós o reinode Deus." -- Jesus. (LUCAS, CAPÍTULO 10, VERSÍCULO 9.)

Realmente Jesus curou muitos enfermos e recomendou-os, de modo especial, aos discípulos.
Todavia, o Médico Celestial não se esqueceu de requisitar ao Reino Divino quantos se restauram nas deficiências humanas.
Não nos interessa apenas a regeneração do veículo em que nos expressamos, mas, acima de tudo, o corretivo espiritual. 
Que o homem comum se liberte da enfermidade, mas é imprescindível que entenda o valor da saúde. Existe, porém, tanta dificuldade para compreendermos a lição oculta da moléstia no corpo, quanta se verifica em assimilarmos o apelo ao trabalho santificante que nos é endereçado pelo equilíbrio orgânico.
Permitiria o Senhor a constituição da harmonia celular apenas para que a vontade viciada viesse golpeá-la e quebrá-la em detrimento do espírito? 
O enfermo pretenderá o reajustamento das energias vitais, entretanto, cabe-lhe conhecer a prudência e o valor dos elementos colocados à sua disposição na experiência edificante da Terra.
Há criaturas doentes que lastimam a retenção no leito e choram aflitas, não porque desejem renovar concepções acerca dos sagrados fundamentos da vida, mas por se sentirem impossibilitadas de prolongar os próprios desatinos.
É sempre útil curar os enfermos, quando haja permissão de ordem superior para isto, contudo, em face de semelhante concessão do Altíssimo, é razoável que o interessado na bênção reconsidere as questões que lhe dizem respeito, compreendendo que raiou para seu espírito um novo dia no caminho redentor.

Emmanuel/Chico Xavier. Pão Nosso.