segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

Encerramento 2010 - Fonte de Luz

Sábado, 18 de dezembro 2010, foi o dia do encerramento das atividades da Escola de Evangelização de Crianças e Jovens da Fraternidade Espírita Fonte de Luz.
Pela manhã tivemos a participação do colaboradores que estiveram na Sede da Fraternidade levando às crianças muita alegria através de presentes e brincadeiras.
Nossos agradecimentos a todos os colaboradores durante o ano de 2010. Não vamos mencionar os nomes porque podemos correr o risco de não citar todos e também para preservar aqueles que desejam o anonimato. Foram muitas colaborações. Nosso Agradecimento.

http://www.youtube.com/watch?v=b78a-TXvKcc

Os jovens realizaram a apresentação de Peça Teatral, elaborada por eles mesmos, a respeito da valorização do Meio Ambiente, especialmente sobre a Área do Bairro Boa Vista, no Novo Gama, onde residem e onde está a sede da Fraternidade Espírita Fonte de Luz.
Durante o evento de encerramento foram realizadas diversas apresentações das crianças e jovens para os seus convidados: amigos e parentes.
Postaremos algumas fotos das demais atividades, e também o vídeo amador da apresentação da Peça.
A nossa alegria pelo exemplo desses jovens para a sua comunidade.
E o nosso desejo de muita Paz, Saúde e Felicidade a todos em 2011.


A Direção.

quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

terça-feira, 7 de dezembro de 2010

VIRTUDE SOBRE VIRTUDE

Augusto Cezar
Francisco Cândido Xavier

... E o mentor amigo nos contou com alegria e espontaneidade:

"Tendo Jesus terminado uma de suas preleções, ao entardecer, junto às águas do lago, entrou em conversação com os discípulos, perguntando a eles qual seria a virtude que avançasse além dela própria.
- É a paciência...- replicou Bartolomeu.
E o diálogo prosseguiu.
- Bartolomeu – elucidou o Divino Mestre – a paciência é integra. Não se elastece,
- É o amor ao próximo –aventou Simão Pedro.
- O amor ao próximo é um dever inarredável. Não se modifica.
- É o espírito de serviço - aventurou Mateus.
Jesus sorriu e explicou:
- Entretanto, o espírito de serviço expressando boa vontade e benevolência, é uma obrigação que não se altera.
- É o perdão das ofensas – disse João, acanhado.
- João, já aprendemos que o perdão das ofensas deve ser repetido setenta e sete vezes.
- É a fé – adiantou Tiago.
- A fé, porém, é um estado de sublimação da alma que não se desloca.
- É a brandura no trato com os nossos semelhantes – sugeriu André com timidez.
A brandura pra nós, no entanto, é uma atitude compulsória.
O silêncio caiu sobre a turma, qual se os acompanhantes do Mestre estivessem confessando a própria impossibilidade para formular uma resposta à altura da indagação.
Depois de alguns minutos de expectação, o Cristo lançou compassivo olhar sobre os presentes e arrematou.
- Meus amigos, a virtude que se desdobra além de si mesma será sempre o ato de perdoar aos bons, quando os bons aceitam a infelicidade de errar..."

(Do livro "Fotos da Vida", pelo Espírito Augusto Cezar, Francisco Cândido Xavier)

quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

I Coríntios, 4, 10-15

10. Nós, estultos por causa de Cristo; e vós, sábios em Cristo!
Nós, fracos; e vós, fortes! Vós, honrados; e nós, desprezados!

11. Até esta hora padecemos fome, sede e nudez.
Somos esbofeteados, somos errantes,

12. fatigamo-nos, trabalhando com as nossas próprias mãos.
Insultados, abençoamos;
perseguidos, suportamos;
caluniados, consolamos!

13. Chegamos a ser como que o lixo do mundo, a escória de todos até agora...

14. Não vos escrevo estas coisas para vos envergonhar,
mas admoesto-vos como meus filhos muitos amados.

15. Com efeito, ainda que tivésseis dez mil mestres em Cristo,
não tendes muitos pais; ora, fui eu que vos gerei em Cristo Jesus pelo Evangelho.

Considerações.

No versículo 12, "fatigamo-nos, trabalhando com as nossas próprias mãos.".
Abençoda a fatiga que vem do trabalho que não é tediosa, antes alento ao dever.
O trabalhar na Seara do Cristo conduz a comportamento virtuoso:

* "Insultados, abençoamos;

* perseguidos, suportamos;

* caluniados, consolamos!
"

O considerar-se pai por parte do apóstolo: por ter gerado aqueles por via do Evangelho;
Sim! O Evangelho de Cristo é o meio pelo qual se produz filhos para a vida verdaeira.

Pensemos em João 13, 1:

"..., como amasse aos seus que estavam no mundo, até o extremo os amou."

Ora, infere-se que o Cristo tem outros que lhe comungam fora deste mundo. Dir-se-á que trata-se dos anjos, arcanjos,...
Também que há no mundo os que não são do Cristo. Mas ao que ainda não é do Cristo,
é possível que seja gerado em Cristo pelo Evangelho!


"Das ovelhas que o Pai me confiou, nenhuma será perdida"

A ovelha é obediente: "seja feita a vossa vontade, assim na terra, como no céu".

Bom dia a atodos!

(Por Luiz Alves Rodrigues).

terça-feira, 30 de novembro de 2010

NO REINO INTERIOR

"Sigamos, pois, as coisas que contribuem para a paz e para a edificação de uns
para com os outros.
" - Paulo. (ROMANOS, 14:19.)

Não podemos esperar, por enquanto, que o Evangelho de Jesus obtenha vitória
imediata no espírito dos povos. A influência dele é manifesta no mundo, em todas as
coletividades; entretanto, em nos referindo às massas humanas, somos compelidos a
verificar que toda transformação é vagarosa e difícil.

Não acontece o mesmo, porém, na esfera particular do discípulo. Cada espírito
possui o seu reino de sentimentos e raciocínios, ações e reações, possibilidades e
tendências, pensamentos e criações.

Nesse plano, o ensino evangélico pode exteriorizar-se em obras imediatas.

Bastará que o aprendiz se afeiçoe ao Mestre.

Enquanto o trabalhador espia questões do mundo externo, o serviço estará
perturbado. De igual maneira, se o discípulo não atende às diretrizes que servem à paz edificante, no lugar onde permanece, e se não aproveita os recursos em mão para
concretizar a verdadeira fraternidade, seu reino interno estará dividido e atormentado, sob a tormenta forte.

Não nos entreguemos, portanto, ao desequilíbrio de forças em homenagens ao mal, através de comentários alusivos à deficiência de muitos dos nossos irmãos, cujo
barco ainda não aportou à praia do justo entendimento.

O caminho é infinito e o Pai vela por todos.

Auxiliemos e edifiquemos.

Se és discípulo do Senhor, aproveita a oportunidade na construção do bem.

Semeando paz, colherás harmonia; santificando as horas com o Cristo, jamais conhecerás o desamparo.


Emmanuel / FRANCISCO CÂNDIDO XAVIER. Livro Vinha de Luz.

segunda-feira, 29 de novembro de 2010

I Coríntios, 4, 1-5

1 Que os homens nos considerem, pois, como simples operários de Cristo e
administradores dos mistérios de Deus.
2. Ora, o que se exige dos administradores é que sejam fiéis.
3. A mim pouco se me dá ser julgado por vós ou por tribunal humano,
pois nem eu me julgo a mim mesmo.
4. De nada me acusa a consciência; contudo, nem por isso sou justificado.
Meu juiz é o Senhor.
5. Por isso, não julgueis antes do tempo; esperai que venha o Senhor.
Ele porá às claras o que se acha escondido nas trevas.
Ele manifestará as intenções dos corações.
Então cada um receberá de Deus o louvor que merece.

Considerações.

Todos somos administradores de Deus. No ensino da Parábola dos Talentos - a cada um é dado segundo a sua capacidade.
Recebemos os bens de Deus: materiais, família, trabalho, amigos, educação, etc. para agirmos a favor da Obra de Deus. Abnegando-nos.

Ser fiél. Cumprir com os deveres (zelo pelos bens de Deus).
Em "pois nem eu me julgo a mim mesmo." e
De nada me acusa a consciência; contudo, nem por isso sou justificado.

O que é ser justificado?
Primeiro, quem justifica é Deus.
E do fato de nada acusar a consciência não significa que se tenha cumprido fielmente o dever.

Da expressão "Não julgueis antes do tempo", conclui-se que haverá tempo propício ao julgamento.
Mas o julgamento compete a Deus: "esperai que venha o Senhor"


Mas para que se julgue com conhecimento é necessário que se tenha
às claras o que se acha escondido nas trevas e
que sejam manifestas as intenções dos corações
Somente assim é possível aplicar a justiça sem sujeição a erros.
Mas a quem de fato compete julgar? A Deus!
É o que se infere de "Então cada um receberá de Deus o louvor que merece".

Ponto singular a considerar-se com profunda admiração:

1. O que o julgado recebe de Deus é LOUVOR (glorificação)
2. Significa que a vida que teremos ou mesmo o que temos, é LOUVOR que recebemos de Deus.
3. O Louvor vindo de Deus, não é condenação, mas aplicação da sua Justiça que é AMOR.

Ser conduzido pelo jugo leve é cumprir-se fielmente o Dever.

Bom dia a todos!
(Por Luiz Alves Rodrigues).

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

terça-feira, 9 de novembro de 2010

I Coríntios 3, 16-17

16 Não sabeis que sois o templo de Deus, e que o Espírito de Deus habita em vós?

17 Se alguém destruir o templo de Deus, Deus o destruirá. Porque o templo de Deus é sagrado - e isto sois vós.

Considerações.

Sabe-se que as cartas do apóstolo dirigiam-se aos convertidos por ele. Mas será que somente eles eram o templo de Deus?
Sede das Leis Divinas, cada alma ou espírito, é um templo de Deus.
De um só ser pode irradiar-se Luzes a orientar humanidades em currais de tempos.

Sendo templo de Deus cada individualidade, há de cuidar-se por não destruir em si mesmo, o que é Sagrado.
Obliterar a consciência por descuído ou rebeldia, é esquecer-se da advertência:

"Quando um homem forte guarda armado a sua casa, estão em segurança os bens que possui.
Mas se sobrevier outro mais forte do que ele e o vencer, este lhe tirará todas as armas em que confiava, e repartirá os seus despojos. Quem não está comigo, está contra mim; quem não recolhe comigo, espalha." Lucas 11, 21-23

Manter o Sagrado ativo em si é escudo eficaz.

Bom dia a todos. (Luiz Alves)

sexta-feira, 10 de setembro de 2010

Juventude Fonte de Luz vai ao cinema.




Conforme podemos notar nas fotos a alegria foi a base do evento.
Fomos ao cinema assistir o filme Nosso Lar, na segunda-feira, dia 06/09/2010.
Acompanhados dos companheiros Domingos e Lindaura, a Juventude da Fraternidade Espírita Fonte de Luz foi a ParkShopping (Brasília) para assistir Nosso Lar. Foi uma tarde de plena alegria. Os jovens ficaram muito felizes com a oportunidade patrocinada por alguns membros da Fonte de Luz, que complementaram os recursos que eles haviam conseguido ao elaborarem pequenas lembranças em biscuit que foram vendidas por ocasião da 8ª Noite do Macarrão realizada no mês de agosto.
Destacamos o Elio Jr, que durante todo o filme ficou questonando a Dona Lindaura sobre os acontecimentos narrados no filme.
Esperamos ter despertado neles o interesse pelos livros.
A todos que cooperaram para que o evento se realizasse o nosso agradecimento.
Paz!!

quarta-feira, 7 de julho de 2010

sexta-feira, 14 de maio de 2010

quarta-feira, 5 de maio de 2010

65 - Tenhamos Paz

“Tende paz entre vós.” — Paulo. (1ª EPÍSTOLA AOS TESSALONICENSES, CAPÍTULO 5, VERSÍCULO 13.)

Se não é possível respirar num clima de paz perfeita, entre as criaturas, em face da ignorância e da belicosidade que predominam na estrada humana, é razoável procure o aprendiz a serenidade interior, diante dos conflitos que buscam envolvê-lo a cada instante.
Cada mente encarnada constitui extenso núcleo de governo espiritual, subordinado agora a justas limitações, servido por várias potências, traduzidas nos sentidos e percepções.
Quando todos os centros individuais de poder estiverem dominados em si mesmos, com ampla movimentação no rumo do legitimo bem, então a guerra será banida do Planeta.
Para isso, porém, é necessário que os irmãos em humanidade, mais velhos na experiência e no conhecimento, aprendam a ter paz consigo.
Educar a visão, a audição, o gosto e os ímpetos representa base primordial do pacifismo edificante.
Geralmente, ouvimos, vemos e sentimos, conforme nossas inclinações e não segundo a realidade essencial. Registramos certas informações, longe da boa intenção em que foram inicialmente vazadas, e, sim, de acordo com as nossas perturbações internas. Anotamos situações e paisagens com a luz ou com a treva que nos absorvem a inteligência. Sentimos com a reflexão ou com o caos que instalamos no próprio entendimento.
Eis por que, quanto nos seja possível, façamos serenidade em torno de nossos passos, ante os conflitos da esfera em que nos achamos.
Sem calma, é impossível observar e trabalhar para o bem.
Sem paz, dentro de nós, jamais alcançaremos os círculos da paz verdadeira.

Emmanuel - Francisco C. Xavier. Livro Pão Nosso, cap. 65, ed. FEB.

segunda-feira, 3 de maio de 2010

AGRADECIMENTOS

A LIÇÃO DA BONDADE
Meimei

Quando Jesus entrou vitoriosamente em Jerusalém, montado num burrico, eis que o povo, alvoroçado, vinha vê-lo e saudá-lo na praça pública.
Muitos supunham que o Mestre seria um dominador igual aos outros e bradavam:
- Glória ao Rei de Israel!...
- Abaixo os romanos!...
- Hosanas ao vencedor! ...
- Viva o Filho de David!... Viva o Rei dos Judeus!...

E atapetavam a rua de flores.
Rosas e lírios, palmas coloridas e folhas aromáticas cobriam o chão por onde o Salvador deveria passar.

O Mestre, contudo, sobre o animalzinho cansado, parecia triste e pensativo. Talvez refletisse que a alegria ruidosa do povo não era o tipo de felicidade ele desejava. Queria que ver o povo contente, mas sem ódio e sem revolta, inspirado pelo bem que ajuda a conservação das bênçãos divinas.
O glorificado montador ia, assim, em silêncio, quando linda jovem se destacou da multidão, abeirou-se dele e lhe entregou uma braçada de rosas, exclamando:
- Senhor, ofereço-te estas flores para o Reino de Deus.
O Cristo fixou nela os olhos cheios de luz e indagou:
- Queres realmente servir ao Reino do Céu?
- Oh! Sim... - disse a moça, feliz.
- Então - pediu-lhe o Mestre -, ajuda-me a proteger o burrico que me serve, trazendo-lhe um pouco de capim e água fresca.
A jovem atendeu prontamente e começou a compreender que, na edificação do Reino Divino, Jesus espera de nós, acima de tudo, a bondade sincera e fiel do coração.

(Do livro "Pai Nosso", Francisco Cândido Xavier)
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Meus queridos irmãos e irmãs,

Utilizo a mensagem acima para agradecer a todos vocês que estiveram ontem na Fraternidade Espírita Fonte de Luz, participando das atividades de comemoração dos 7 (sete) anos de início de atividades naquela comunidade.
Fiquei pensando desde ontem à tarde, após o final das nossas atividades, em como falar, como agradecer a todos vocês pela bela festa.
Em meu parecer tivemos ontem um grande momento de tratamento espiritual. Não tenho dúvidas de que estiveram ali conosco grandes amigos da espiritualidade, tratando a cada um conforme a necessidade de cada um.
Quando aquelas crianças tiveram o seu cabelo lavado e tratato, na verdade, quem estava sendo tratado era aquele que ali se colocava na posição de humildade, ajudando um irmão.
Quando cada cabelo ia sendo cortado, eram os cabeleireiros que estavam sendo agraciados com a oportunidade de desligar-se dos seus problemas e doar-se para o irmão.
Quando cada pessoa tia sua pressão verificada, era dada a oportunidade para que os nossas queridas irmãs pudessem observar o seu próximo e amá-los.
Quando cada criança recebia o seu lanche, era dada a oportunidade para que cada irmão que trabalhou na preparação do lanche, de se alimentar de esperança.
Quando cada criança recebia o flúor nos seus dentes, era dada oportunidade para aqueles jovens pudessem sentir o prazer de servir e nesse momento serem abraçados por amigos da espiritualidade que velam por eles.
Ainda hoje lembro do dia da inauguração do Fonte, quando algumas crianças saíram gritando para os coleguinhas na maior alegria, que haviam recebido um abraço. Um simples abraço havia colocado o sorriso e a felicidade no coração de uma criança. E ontem, tivemos mais uma vez a oportunidade de ver crianças de todas as idades, com sorriso no rosto, pulando na cama elástica, brincando e sorrindo, numa verdadeira festa.
Senti a falta de alguns irmãos queridos de meu coração, mas ai já seria querer demais, e sei que a festa de ontem, com a presença de tantos amigos, já foi merecimento enorme, e seu que não mereço tudo aquilo, mas acredito que a criançada merece.
Não posso deixar de pedir desculpas por alguma falta de atenção, por alguma situação ou outra que possa ter causado alguma dificuldade aos meus queridos irmãos presente ontem na Fonte de Luz.
Estatísticamente falando, foram realizadas 100 (cem) aplicação de flúor; 40 (quarenta) cortes de cabelo; 29 (vinte e nove) verificação de pressão arterial; 15 (quinze) tratamento de piolho; e distribuidos pelo menos 300 (trezentos) cachorro quentes; etc.

Enfim, que a lição da bondade de todos vocês continue a multiplicar para que o Mestre Jesus continue avançando em nossa Terra, mas acima de tudo em nossos corações.

O meu sincero agradecimento a todos..

Antonio
Fraternidade Espírita Fonte de Luz.

segunda-feira, 26 de abril de 2010

ANIVERSÁRIO

DIA 26 DE ABRIL 2010, a Fraternidade Espírita Fonte de Luz está completando 7 (sete) anos de atividades.

Foram muitas horas de trabalho, confraternização, evangelização, assistência espiritual, cursos de artesanato, muitos pratos de sopa distribuídos. E muitos novos amigos.

Por isso, NO DIA 02/MAIO/2010, DOMINGO, DE 09:00 ÀS 13:00 HORAS, nós estaremos realizando nossa tradicional Ação Comunitária, com Aplicação de Flúor, Corte de Cabelo, Verificação de Pressão, etc.

Convidamos você para estar conosco e estreitar mais os laços de amizade que nos une. Contamos com sua presença.

Diretoria da Fraternidade Espírita Fonte de Luz.
Quadra 49B Rua 40 Lote 8 – Boa Vista I, Novo Gama - GO

sexta-feira, 16 de abril de 2010

CALMA

Se você está no ponto de estourar mentalmente, silencie alguns instantes para pensar.

Se o motivo é moléstia no próprio corpo, a intranquilidade traz o pior.

Se a razão é enfermidade em pessoa querida, o seu desajuste é fator agravante.

Se você sofreu prejuízos materiais, a reclamação é bomba atrasada, lançando caso novo.

Se perdeu alguma afeição, a queixa tornará você uma pessoa menos simpática, junto de outros amigos.

Se você deixou alguma oportunidade valiosa para trás, a inquietação é desperdício de tempo.

Se contrariedades apareceram, o ato de esbravejar afastará de você o concurso espontâneo.

Se você praticou um erro, o desespero é porta aberta a faltas maiores.

Se você não atingiu o que desejava, a impaciência fará mais larga distância entre você e o objetivo a alcançar.

Seja qual for a dificuldade, conserve a calma, trabalhando, porque, em todo problema, a serenidade é o teto da alma, pedindo o serviço por solução.

André Luiz/Francisco C. Xavier.

quarta-feira, 14 de abril de 2010

segunda-feira, 5 de abril de 2010

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

85 - Impedimentos.

“Deixemos todo impedimento e pecado que tão de perto nos rodeiam e corramos com perseverança a carreira que nos está proposta.” - Paulo. (HEBREUS, capítulo 12, versículo 1.)

O grande apóstolo da gentilidade figura o trabalho cristão como sendo uma carreira da alma, no estádio largo da vida.
Paulo, naturalmente, em recorrendo a essa imagem, pensava nos jogos gregos de sua época, e, sem nos referirmos ao entusiasmo e à emulação benéfica que devem presidir semelhante esforço recordemos tão-somente o ato inicial dos competidores.
Cada participante do prélio despia a roupagem exterior para disputar a partida com indumentária tão leve quanto possível.
Assim, também, na aquisição de vida eterna, é imprescindível nos desfaçamos da indumentária asfixiante do espírito.
É necessário que o coração se faça leve, alijando todo fardo inútil.
Na claridade da Boa Nova, o discípulo encontra-se à frente do Mestre, investido de obrigações santificantes para com todas as criaturas.
As inibições contra a carreira vitoriosa costumam aparecer todos os dias. Temo-las, com freqüência, nos mais insignificantes passos do caminho.
A cada hora surge o impedimento inesperado.
É o parente frio e incompreensivo.
A secura dos corações ao redor de nós.
O companheiro que desertou.
A mulher que desapareceu, perseguindo objetivos inferiores.
O amigo que se iludiu nas ilhas de repouso, deliberando atrasar a jornada.
O cooperador que a morte levou consigo.
O ódio gratuito.
A indiferença aos apelos do bem.
A perseguição da maldade.
A tormenta da discórdia.
A Boa Nova, porém, oferece ao cristão a conquista da glória divina.
Se quisermos alcançar a meta, ponhamos de lado todo impedimento e corramos, com perseverança, na prova de amor e luz que nos está proposta.

Emmanuel
Francisco C. Xavier. Livro Fonte Viva, cap. 85, ed. Feb.

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010

BEM AVENTURADOS - André Luiz

Bem-aventurados os aflitos
Que, chorando - não se desanimam,
Que, ofendidos - não revidam,
Que, esquecidos pelos outros - não olvidam os deveres que lhes são próprios,
Que, dilacerados - não ferem,
Que, caluniados - não caluniam,
Que, desamparados - não desamparam,
Que, acoitados - não praguejam,
Que, injustiçados - não se justificam,
Que, traídos - não atraiçoam,
Que, perseguidos - não perseguem,
Que, desprezados - não desprezam,
Que, ridicularizados - não ironizam,
Que, sofrendo - não fazem sofrer...
Até agora, raros aflitos da Terra conseguiram merecer as bem-aventuranças do Céu, porque, realmente, com amor puro somente o Grande Aflito da Cruz se entregou ao sacrifício total pelos próprios verdugos, rogando perdão para a ignorância deles e voltando das trevas do túmulo para socorrer e salvar, com sua ressurreição e com o seu devotamento, a Humanidade inteira.

(Do Livro "Através do Tempo", André Luiz, Francisco Cândido
Xavier)

Realização: Instituto André Luiz
http://www.institutoandreluiz.org/

terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

Depoimento....

MINHA HISTÓRIA... E MEU RECOMEÇO!
(Depoimento de um Espírito)

Eu peço desculpas a você, por abordá-lo assim, de surpresa. Mas é que eu gostaria de contar o meu caso e dividir minha experiência. Isso me fará bem e ainda ajudará na reflexão de outros. E, se alguém evitar o inferno das drogas por causa disso, eu me sentirei muito bem. E eu preciso disso para ficar bem comigo mesmo.

Eu tive boa educação e não tenho do que reclamar dos meus pais. Eles me deram do melhor e sempre se preocuparam em fazer o certo. O problema era eu mesmo, sempre foi.
Na época, eu não tinha noção das coisas e sempre acusava alguém das minhas desditas. Porque eu era um babaca mesmo, dos grandes. E hoje eu vejo isso claramente.
Eu era tão encrenqueiro, que até uma música bonita me incomodava. E eu não suportava ver alguém apaixonado. Eu tinha asco quando alguém falava de amor.
Eu sofria de um ressecamento emocional crônico, e descontava minha frustração nos outros. Eu era um sujeito “casca de ferida”, como se diz por aí. E inflamei a minha vida e me exasperei demais. E não foi por falta de instrução, não; foi pura falta de coração.
Machuquei minha família e meus amigos, encrespei com todo mundo. E desci a ladeira das drogas... Até o fundo da vala de mim mesmo. E eu caí sabendo, por pura arrogância. Foi marra e egoísmo de minha parte, uma espécie de auto-sabotagem bem safada. Mas, como eu era um babaca completo, achava que estava abafando. E também desprezava o mundo e achava que ninguém me compreendia, porque todos eram burros e eu era o maioral. E era tudo ao contrário, eu era a encrenca de mim mesmo.
Eu era tão marrento e cheio de panca, que usava de tudo e ria de quem não tinha coragem de ser como eu. Maconha, cocaína, ácido, álcool, o que viesse eu traçava.
E, de forma diferente de outros caras, eu não gostava de cantos escuros; eu gostava de muito sol e mar aberto. E isso me iludia, porque eu dizia para todos que era sarado e estava bem. Afinal, o problema era sempre os outros e o mundo.
Se alguém tentasse ponderar comigo sobre alguma coisa, eu virava uma fera e cortava o papo na hora. Não importando quem fosse, eu sempre achava que estava com razão em tudo. E, devido à instrução que tive, eu distorcia as coisas e sempre arranjava argumentos para justificar tudo.
E, assim, eu fui levando minha vida, na loucura do consumo de drogas e álcool, e desprezando tudo e todos. Até que o tempo cobrou o seu preço e eu cheguei ao fundo da vala de mim mesmo. Não sei muito dos detalhes, pois não me lembro de quase nada. Só sei que fiquei chapado novamente e bati o carro violentamente num muro. Tudo ficou escuro, e eu naquele estado de torpor desagradável. Não sei quanto tempo se passou.
Eu não conseguia recobrar a consciência direito e nem organizar minhas idéias. Logo eu, que me achava o bonzão da inteligência, não conseguia nem pensar direito. E ainda havia uma tontura que me tomava e me deixava péssimo. Eu fiquei num turbilhão de sensações e visões distorcidas, sem saber como sair, como num transe dentro de mim mesmo.
E eu fiquei assim por um tempo, sem noção das coisas, girando sem parar e vomitando uma gosma amarronzada e viscosa, que me sujava todo e me dava um nojo terrível. E eu gritava desesperado, sem saber o que fazer para aquilo parar.
E foi assim, vagando nesse pesadelo que eu mesmo criei, que, em dado momento, a ajuda chegou ao meu pedaço. Eu não compreendia nada, mas via fachos de luz descendo sobre mim. E aquilo me centrava e acabava com as malditas tonturas. Lentamente, as coisas foram clareando e eu vi a situação em que estava. Na medida em que recuperava minha clareza mental, eu tomava noção do que tinha acontecido. Eu havia morrido e estava preso na minha tumba, flutuando por cima do meu cadáver em estado de putrefação. E o cheiro era uma coisa de arrasar qualquer um. Horrorizado, eu comecei a chorar, com nojo de mim mesmo. Surtei ali e me debati, tentando escapar de qualquer jeito para cima. Mas não conseguia nada, só me cansava e caia novamente por cima do cadáver.
Foi então que aquelas luzes desceram sobre mim novamente, e eu ouvi alguém me dizendo: “Sua arrogância cegou você, meu irmão. E o Mestre Tempo cobrou o seu tributo, mostrando-lhe que a inteligência, sem o equilíbrio do amor e do respeito aos outros, se torna vilã e leva o Ser para os abismos da dor. Você se tornou ácido e áspero, e o seu remédio foi amargo. E essa é uma tendência que você já trazia de outras vidas, e que veio trabalhar e se acertar nessa última vivência, mas acabou por falhar no mesmo problema. Ah, meu irmão, nós poderíamos tirá-lo dessa situação logo após o seu acidente, aliás, causado por você mesmo. E, se você não tivesse batido o carro, certamente teria desencarnado por overdose de drogas e álcool, pois você abusou muito. Contudo, nós o deixamos agarrado nas malhas energéticas do corpo em decomposição, justamente para você ver em que situação a sua arrogância o colocou. Para ver se dessa vez você imprime na mente a lição necessária. E que isso lhe sirva de aprendizado para futuras vivências...
“Venha, está na hora de sair disso e retomar sua consciência. Providenciamos um banho de luz purificador, que o deixará limpo e renovado. Depois, você dormirá um pouco, não mais por necessidade fisiológica, mas por necessidade de repouso psíquico, para descansar sua mente. E, quando acordar, voltaremos a conversar. E aí, juntos, avaliaremos o que se passou e as lições que ficaram. E você escutará o que for preciso, sem arrogância, com mente de aprendiz e coração aberto. Você voltará a sentir a vida pulsando e, mais à frente, até mesmo rirá do seu ridículo e de sua soberba. E valorizará as coisas simples da vida e também as coisas do coração, sem as quais a inteligência se perde nos escaninhos do orgulho e da secura no trato com os semelhantes.
“Vamos, é hora de deixar de ser marrento como você sempre se disse ser. Ou, se preferir, é hora de deixar de ser babaca como você se vê agora. É hora de ser apenas você mesmo, um espírito, centelha da Vida Maior que pulsa em todos os seres. Você é parte da sinfonia divina, apenas desafinou por arrogância. Está na hora de afinar a sua inteligência com o seu coração, para gostar de música e viver e falar de amor, e ser feliz.”
Então, eu fui arrebatado pelas luzes e levado para um tratamento espiritual. E, liderando o grupo de espíritos que me ajudou, estava um senhor calvo, de barba branca e aparência simpática. E foi ele que falou tudo isso comigo. E, depois, conversamos novamente e ele me fez ver muitas coisas que eu não atinava antes. E, diga-se de passagem, ele é muito educado e respeitoso. É um sábio mesmo, mas não gosta de aparentar coisa alguma e respeita todo mundo. Diante dele, eu, o babaca arrogante, me coloquei no meu devido lugar. Inteligente era ele, não eu. E ele, modesto e amoroso, me disse que era apenas um servidor da Luz.
Ao ver a sabedoria daquele senhor de aparência jovial e tranquila, a sua serenidade e o seu equilíbrio, eu chorei de vergonha. E ele me abraçou e ficou comigo ali, até eu me acalmar. E ele ainda me disse: “Olhe a imensidão do universo e a vida pulsando em todos os seres, em miríades de dimensões e planos, e se pergunte qual foi o Poder Maior que criou isso tudo. Esse sim, o Absoluto, o Pai de todos, é a Suprema Inteligência. Eu, você e todos os seres somos seus eternos aprendizes. Inteligente é quem reconhece isso... E agradece a Ele, por tudo.”
E esse é o meu caso. E eu me sentirei muito bem se você der conhecimento dele ao mundo. Eu sei que muitas pessoas, mesmo em situações diferentes da minha, repensarão suas vidas enquanto é tempo. E, se somente uma pessoa melhorar ao saber da minha história, já terá valido a pena contar tudo isso. Não tenho a pretensão de consertar a vida de ninguém, nada disso. Tanto que ainda estou acertando a minha própria situação. Só quero deixar a minha história correr por aí... E dizer que, nesse mundo, alguém pode até ter tudo, mas, se não tiver amor no coração, nada terá! E amar e falar de amor, não é tolice; é força espiritual do Ser e contrabalança os percalços, e deixa o coração aceso, para inspirar a inteligência e a ação criativa no mundo.
Eu sou um babaca em recuperação! E já estou até rindo e gostando de música. E isso é um bom recomeço. E minha recuperação será melhor ainda, se alguém deixar de se machucar com drogas e álcool por ler minha história. E também se alguém apaixonado de verdade, que brigou por algum motivo, fizer as pazes com quem ama. E, mais ainda, se alguém pensar em mim com carinho e colocar uma música linda em minha intenção.
Vela não, por favor. Nem ladainha alguma, isso eu não curto mesmo. Só a música já está bem.

P.S.:
Novamente eu peço desculpas por chegar assim, de surpresa, e insistir tanto para passar o meu recado. Você está me vendo claramente? É só você prestar atenção um pouquinho e se ligar comigo, de mente a mente. E aí será rápido e eu irei embora logo. E eu não estou sozinho nisso, tem outros que passaram pelas mesmas coisas e é como se eu representasse todos eles ao mesmo tempo. E eles estão me fortalecendo para isso. E eu estou aqui só para isso. Por favor, aceite esse pedido e escreva. Você, que é um cara que curte música e sente um Grande Amor em seu coração, compreende os motivos disso, não?
Então, dê essa força aí. Você me fará muito feliz, saiba disso. E eu tenho certeza que, vindo lá dos planos da pura Luz, descerá um raio de cristal sobre você e os seus. Pelo favor que você prestará emprestando o seu tempo e sua atenção nisso.
Obrigado, por me escutar e por me dar o exemplo do que é ser um cara que gosta de boa música e se sente agradecido por poder apreciá-la.
Cara, tudo de bom para você e os seus.

(Recebido espiritualmente por Wagner Borges – São Paulo, 28 de janeiro de 2010.)

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

Prestando Contas.

Aos amigos que colaboraram para a distribuição de Cestas, no final do ano de 2009, Natal, abaixo o link para as fotos.

Fotos, clique aqui.

Nosso eterno agradecimento.

A Direção.

quarta-feira, 20 de janeiro de 2010

5. Consegues Ir?

“Vinde a mim — Jesus. (MATEUS, capítulo 11, versículo 28.)

O crente escuta o apelo do Mestre, anotando abençoadas consolações. O doutrinador repete-o para comunicar vibrações de conforto espiritual aos ouvintes.
Todos ouvem as palavras do Cristo, as quais insistem para que a mente inquieta e o coração atormentado lhe procurem o regaço refrigerante...
Contudo, se é fácil ouvir e repetir o “vinde a mim” do Senhor, quão difícil é “ir para Ele”!
Aqui, as palavras do Mestre se derramam por vitalizante bálsamo, entretanto, os laços da conveniência imediatista são demasiado fortes; além, assinala-se o convite divino, entre promessas de renovação para a jornada redentora, todavia, o cárcere do desânimo isola o espírito, através de grades resistentes; acolá, o chamamento do Alto ameniza as penas da alma desiludida, mas é quase impraticável a libertação dos impedimentos constituídos por pessoas e coisas, situações e interesses individuais, aparentemente inadiáveis.
Jesus, o nosso Salvador, estende-nos os braços amoráveis e compassivos. Com ele, a vida enriquecer-se-á de valores imperecíveis e à sombra dos seus ensinamentos celestes seguiremos, pelo trabalho santificante, na direção da Pátria Universal ...
Todos os crentes registram-lhe o apelo consolador, mas raros se revelam suficientemente valorosos na fé para lhe buscarem a companhia.
Em suma, é muito doce escutar o “vinde a mim...
Entretanto, para falar com verdade, já consegues ir?

Emmanuel/Francisco C. Xavier. Fonte Viva, cap. 5, ed. FEB.