sexta-feira, 25 de novembro de 2011

JESUS E OS AMIGOS


“Ninguém tem maior amor do que este: de dar alguém a vida pelos seus amigos.” — Jesus. (JOÃO, capítulo 15, versículo 13.)

Na localização histórica do Cristo, impressiona-nos a realidade de sua imensa afeição pela Humanidade.
Pelos homens, fez tudo o que era possível em renúncia e dedicação.
Seus atos foram celebrados em assembléias de confraternização e de amor. A primeira manifestação de seu apostolado verificou-se na festa jubilosa de um lar. Fez companhia aos publicanos, sentiu sede da perfeita compreensão de seus discípulos. Era amigo fiel dos necessitados que se socorriam de suas virtudes imortais. Através das lições evangélicas, nota-se lhe o esforço para ser entendido em sua infinita capacidade de amar. A última
ceia representa uma paisagem completa de afetividade integral. Lava os pés aos discípulos, ora pela felicidade de cada um...
Entretanto, ao primeiro embate com as forças destruidoras, experimenta o Mestre o supremo abandono. Em vão, seus olhos procuram a multidão dos afeiçoados, beneficiados e seguidores.
Os leprosos e cegos, curados por suas mãos, haviam desaparecido.
Judas entregou-o com um beijo.
Simão, que lhe gozara a convivência doméstica, negou-o três vezes. 
João e Tiago dormiram no Horto.
Os demais preferiram estacionar em acordos apressados com as acusações injustas. Mesmo depois da Ressurreição, Tomé exigiu-lhe sinais.
Quando estiveres na “porta estreita”, dilatando as conquistas da vida eterna, irás também só. Não aguardes teus amigos. Não te compreenderiam; no entanto, não deixes de amá-los. São crianças. E toda criança teme e exige muito.

Livro: CAMINHO, VERDADE E VIDA / FRANCISCO CÂNDIDO XAVIER / DITADO PELO ESPÍRITO EMMANUEL

sexta-feira, 18 de novembro de 2011

I Corintios, 15, 44-58



40. Também há corpos celestes e corpos terrestres, mas o brilho dos celestes difere do brilho dos terrestres.

41. Uma é a claridade do sol, outra a claridade da lua e outra a claridade das estrelas; e ainda uma estrela difere da outra na claridade.

42. Assim também é a ressurreição dos mortos. Semeado na corrupção, o corpo ressuscita incorruptível;

43. semeado no desprezo, ressuscita glorioso; semeado na fraqueza, ressuscita vigoroso;

44. semeado corpo animal, ressuscita corpo espiritual. Se há um corpo animal, também há um espiritual.

45. Como está escrito: O primeiro homem, Adão, foi feito alma vivente (Gn 2,7); o segundo Adão é espírito vivificante.  

46. Mas não é o espiritual que vem primeiro, e sim o animal; o espiritual vem depois.

47.O primeiro homem, tirado da terra, é terreno; o segundo veio do céu.

48.Qual o homem terreno, tais os homens terrenos; e qual o homem celestial, tais os homens celestiais.

49.Assim como reproduzimos em nós as feições do homem terreno, precisamos reproduzir as feições do homem celestial.


Considerações.

Considerando apenas os versículos 40, 44, 47 e 49. Talvez nos cubramos de enfado no tentame de entender a linguagem do apóstolo.
A morte libera dos grilhões da aguerrida luta terrena o espírito com o seu corpo espiritual - o segundo que veio do céu -, o qual deverá ter as feições do homem celestial.
Todavia, consoante a Parábola das bodas, as feições do homem celestial ou túnica nupcial, é conquistada quando aceitamos o convite para as bodas: observância integral do Evangelho.

Bom dia a todos!



Por Luiz Alves Rodrigues.

quinta-feira, 17 de novembro de 2011

FALATÓRIOS


Bom dia a todos,
É incrível como a fofoca, o mexerico, o falatório descabido, o fuxico são um problema recorrente dentro dos centros. Lógico, o problema não é exclusivo dos centros espíritas, é um problema recorrente em praticamente todos os lugares onde há uma convivência entre pessoas.
Eu mesmo já vivenciei, em certa oportunidade  há alguns anos atrás, o mal que a fofoca desenfreada pode causar a um grupo de médiuns dentro de um centro. Pessoas que estão ali reunidas para praticar o bem e ajudar aos mais necessitados.
Isso é algo que realmente deveríamos tentar combater em nós mesmos todos os dias; não pelo “simples” bem à instituição a qual nos encontramos vinculado, mas pela nossa própria evolução, para combater o mal e a maledicência, para expulsarmos, um pouquinho a cada dia, o homem ranzinza que existe dentro de nós. Tentemos!!!!
A baixo deixo um texto de Joana de Angelis (psicografia de Divaldo Franco), que fala e nos adverte, com muita  propriedade, sobre o assunto.
Abraços a todos e boa leitura!
    Dentre os muitos males que o verbo infeliz pode produzir, o mexerico é, possivelmente, dos mais graves.
Semelhante a vaso pútrido, o falatório exala miasma pestilencial, que contamina os incautos, que dele se acercam.
Ali proliferam a maledicência insensata, o julgamento arbitrário, a acusação indébita, a suspeita inapelável, a infâmia disfarçada, quando não irrompe a calúnia maleável, capaz de engendrar a destruição dos mais nobres ideais e vidas respeitáveis.
Atira-se a brasa do falatório inconsciente e espera-se que o fogo da irresponsabilidade ameace, devorador, a estrutura onde produz chamas.
Nasce na conversa simples, porém, perniciosa. Emana de uma observação candente e feita de impiedade, a qual se difunde facilmente por ausência de serviço edificante, em decorrência da hora vazia, pela dilatação das apreciações indébitas.
O falatório é, também, verdugo do falador, porquanto, aquele que se compraz em censurar, torna-se vítima da censura alheia.
Acautela-te dos que somente sabem colocar ácido e observações infelizes. Não estás indene à acusação deles.
Se te trazem informação inditosa, por mais amigo que te seja, de ti levará informação incorreta para outrem, a quem chama amigo, e que ignoras.
Não permitas que os teus ouvidos, voltados para a verdade, se convertam em caixa de acusações desditosas.
Ninguém te pede a santificação em um dia, nem espera a tua redenção numa hora.
Aliás, se isto se dera, o beneficiado seria tu próprio. Todavia, todos aguardam que não incidas, reincidas ou insistas no erro, promovendo a renovação dos teus propósitos cada dia, a toda hora, em cada instante……
O teu chamado ao Evangelho de Jesus significa compromisso novo para com a vida, e, se outrem erra, não te utilizes do erro dele, para que justifiques o teu erro.
Não prestarás satisfação da tua conduta ao teu próximo, mas Àquele que te enviou a servir.
Sempre que falares, faze o relatório do bem: desculpa, ajuda, perdoa e compreende.
O irmão caído não necessita de empurrão para mais baixo, entretanto, espera mão amiga para reerguer-se.
Quem erra, tem a ferida do engano; aquele que se equivoca, padece a ulceração do erro.
Disputa a honra de acertar, falando sobre o bem, em nome do Supremo Bem, para o teu próprio bem.
Fonte: Celeiro de Bênçãos: Divaldo Pereira Franco ditado pelo Espírito Joanna de Ângelis

terça-feira, 8 de novembro de 2011

MÃOS LIMPAS


“E Deus pelas mãos de Paulo fazia maravilhas extraordinárias.” — (ATOS, capítulo 19, versículo 11.)

O Evangelho não nos diz que Paulo de Tarso fazia maravilhas, mas que Deus operava maravilhas extraordinárias por intermédio das mãos dele.


O Pai fará sempre o mesmo, utilizando todos os filhos que lhe apresentarem mãos limpas.
Muitos espíritos, mais convencionalistas que propriamente religiosos, encontraram nessa notícia dos Atos uma informação sobre determinados privilégios que teriam sido concedidos ao Apóstolo.


Antes de tudo, porém, é preciso saber que semelhante concessão não é exclusiva. A maioria dos crentes prefere fixar o Paulo santificado sem apreciar o trabalhador militante.


Quanto custou ao Apóstolo a limpeza das mãos? Raros indagam relativamente a isso.


Recordemos que o amigo da gentilidade fora rabino famoso em Jerusalém, movimentara-se entre elevados encargos públicos, detivera dominadoras situações; no entanto, para que o 


Todo-Poderoso lhe utilizasse as mãos, sofreu todas as humilhações e dispôs-se a todos os sacrifícios pelo bem dos semelhantes.


Ensinou o Evangelho sob zombarias e açoites, aflições e pedradas.


Apesar de escrever luminosas epístolas, jamais abandonou o tear humilde até à velhice do corpo.


Considera as particularidades do assunto e observa que Deus é sempre o mesmo Pai, que a misericórdia divina não se modificou, mas pede mãos limpas para os serviços edificantes, junto à Humanidade. Tal exigência é lógica e necessária, pois o trabalho do Altíssimo deve resplandecer sobre os caminhos humanos.

Emmanuel - Francisco C. Xavier. Livro: Caminho, Verdade e Vida.

quinta-feira, 3 de novembro de 2011

ENTRAE-2010

A Fraternidade Espírita Fonte de Luz se fez presente no Encontro de Trabalhadores Espíritas da 3ª Região DF - ENTRAE - 3º CRD, que aconteceu no último dia 30 de outubro, no INEAE, Setor Sul, Gama - DF.


Tivemos a oportunidade de tratar do tema Transição Planetária - Qual o papel do espírita?
Fomos agraciados também com excelente palestra da irmã Marize, da Comunhão Espírita de Brasília, e também a grata oportunidade de reencontrar velhos companheiros de jornada que há muito não víamos.


Sabe qual é o nosso papel neste momento importante da humanidade: A NOSSA TRANSIÇÃO ÍNTIMA PARA O BEM. Melhoremo-nos e estaremos melhorando o mundo. 


Segue abaixo algumas fotos dos participantes da Fraternidade no Evento.











Agradecimentos ao irmão Paulo Cardoso que fotografou e nos enviou as fotos.