terça-feira, 19 de janeiro de 2016

A Espada da Verdade

mensagem de Maria Santíssima

É famosa a máxima crística: “Conhecereis a Verdade e Ela vos fará livres” (1) – livres da escravidão dos medos, dos preconceitos, das dúvidas viciosas, de toda ordem de cativeiro afetivo, intelectual ou mesmo de cunho religioso, nos diabólicos extremismos e dogmatismos que asfixiam e degeneram a legítima Espiritualidade. Em suma, poderíamos traduzir em conceitos mais modernos os Dizeres do Mestre Maior: “Conhecereis a Verdade e Ela vos fará felizes”. O busílis de nossa reflexão, destarte, passa a ser o sentido de Verdade.
JESUS afirmou: “Eu não vim trazer a paz, mas a espada” (2). A espada é um dos mais fortes símbolos concernentes à língua – a dura, retilínea e afiada Voz da Verdade, que, por excelência, não se submete a agradar quem quer que seja, nem se verga a interesses ou ilusões de grupo algum de pessoas ou instituições, não importando quão poderosos. Numa expressão máxima deste significado implícito da lâmina, como a Voz de DEUS para a Terra, no Apocalipse, uma aguda espada sai da boca do Cristo, conforme visão atribuída a João Evangelista. (3)
O Redentor veio trazer o conflito que amadurece, a divisão de famílias e comunidades, para a seleção evolutiva, de acordo com a sintonia de valores, interesses, grau de espiritualidade. Por isso, Ele também asseverou que, quando chegasse a uma casa, poria três contra dois e dois contra três. (4)
Não se confunda meiguice e doçura com signos objetivos de bondade, nem complexo de vítima com inocência. O Espírito da Verdade, em Seus Evangelhos, advertiu, farta e veementemente, que esses padrões psicológicos quase sempre retratam hipocrisia e maldade dissimulada.
A pureza de coração e o alinhamento genuíno com o Domínio Sublime de Consciência necessariamente passam pelos filtros da Luz Divina do Verbo Supremo (que golpeia o orgulho) e são a posteriori testados (e assim confirmados) pela Espada Mística que fere o ego e suas pretensões de superioridade, virtude ou santidade.
Eis o grande drama humano, nesse campo essencial da Alma e da Vida, exponencialmente potencializado na atual Era da Informação: confundir, muito facilmente, a voz da consciência com hipnoses culturais, familiares, acadêmicas, profissionais, religiosas…
Como, então, numa civilização impregnada de tanto relativismo, contradição e cinismo, encontrar as vozes que representam esta Voz Sublime? JESUS revelou um indicativo claro: Seus discípulos autênticos seriam reconhecidos por inequívocos Sinais do Céu. Parafraseando o Cristo novamente, deixamos, pois, um grave alerta-concitação aos(às) que recebem nossa Mensagem: “Quem tiver olhos de ver e ouvidos de ouvir, que veja, que ouça…” (5)

Espírito Eugênia-Aspásia
Em Nome de MARIA SANTÍSSIMA
Médium: Benjamin Teixeira de Aguiar
New Fairfield, Connecticut, EUA
5 de dezembro de 2015
(1) João, 8:32
(2) Mateus, 10:34; Lucas, 12:51
(3) Apocalipse, 19:15

(4) Lucas, 12:52
(5) Mateus, 13:9 e 13:17

Fonte: http://www.saltoquantico.com.br/2015/12/07/a-espada-da-verdade/?utm_source=Assinantes+Newsletter+Salto+Quantico+-+Yahoo+Groups&utm_campaign=e3320cdf30-Envio_Diario_Mailchimp&utm_medium=email&utm_term=0_30b77c6b88-e3320cdf30-321797249

Mensagem do Dia 19/01/2016

Guardemos o cuidado

“… mas nada é puro para os contaminados e infiéis.” –Paulo. (Tito, 1:15.)

O homem enxerga sempre através da visão interior.
Com as cores que usa por dentro, julga os aspectos de fora.
Pelo que sente, examina os sentimentos alheios.
Na conduta dos outros, supõe encontrar os meios e fins das ações que lhe são peculiares.
Daí o imperativo de grande vigilância para que a nossa consciência não se contamine pelo mal.
Quando a sombra vagueia em nossa mente, não vislumbramos senão sombras em toda parte.
Junto das manifestações do amor mais puro, imaginamos alucinações carnais.
Se encontramos um companheiro trajado com louvável apuro,pensamos em vaidade.
Ante o amigo chamado à carreira pública, mentalizamos a tirania política.
Se o vizinho sabe economizar com perfeito aproveitamento da oportunidade, fixamo-lo com desconfiança e costumamos tecer longas reflexões em torno de apropriações indébitas.
Quando ouvimos um amigo na defesa justa, usando a energia que lhe compete, relegamo-lo, de imediato, à categoria dos intratáveis.
Quando a treva se estende, na intimidade de nossa vida, deploráveis alterações nos atingem os pensamentos.
Virtudes, nessas circunstâncias, jamais são vistas. Os males, contudo, sobram sempre.
Os mais largos gestos de bênção recebem lastimáveis interpretações.
Guardemos cuidado toda vez que formos visitados pela inveja, pelo ciúme, pela suspeita ou pela maledicência.
Casos intrincados existem nos quais o silêncio é o remédio bendito e eficaz, porque, sem dúvida, cada espírito observa o caminho ou o caminheiro, segundo a visão clara ou escura de que dispõe. 
 
Emmanuel/Chico Xavier. Livro: Fonte Viva.

terça-feira, 5 de janeiro de 2016