sexta-feira, 28 de dezembro de 2012

Gálatas 3, 27-29




27
Todos vós que fostes batizados em Cristo, vos revestistes de Cristo.

28
Já não há judeu nem grego, nem escravo nem livre, nem homem nem mulher, pois todos vós sois um em Cristo Jesus.

29
Ora, se sois de Cristo, então sois verdadeiramente a descendência de Abraão, herdeiros segundo a promessa.


Considerações.

Ser batizado: afinal, o que vem a ser um tal batismo que reveste o ser daquele em nome de quem se é batizado?

Ser batizado segundo uma ou outra segmentação religiosa, amiúde, constitui-se em ato puramente material desprovido do carente impregnante espírito.

Revestir-se do Cristo importa apreender a sua doutrina, o seu Espirito que personifica o amor pleno.

"Vinde a mim todos vós que estais sobrecarregados e Eu vos aliviarei", 
"Não são os sãos que precisam de médicos, antes os enfermos"
"Porque se somente amardes os que vos amam, que fazeis demais com isso, quando o mesmo o fazem as gentes de má vida!"
"Amai os vossos inimigos e orai por aqueles que vos caluniam"...

Somos realmente batizados?
Estamos realmente revestidos do Cristo?

"Senhor, quando foi que te vimos com fome e te demos de comer, com sede e te demos de beber, doente e te assistimos..."

Somos realmente batizados?
Estamos realmente revestidos do Cristo?

Ora, que seria de nós sem a misericórdia?


Boa tarde a todos!

sexta-feira, 21 de dezembro de 2012

TENDO MEDO



"E, tendo medo, escondi na terra o teu talento..." - MATEUS, 25:25


Na parábola dos talentos, o servo negligente atribui ao medo a causa do insucesso em que se infelicita.
Recebera mais reduzidas possibilidades de ganho.
Contara apenas com um talento e temera lutar para valorizá-lo.
Quanto aconteceu ao servidor invigilante da narrativa evangélica, há muitas pessoas que se acusam pobres de recursos para transitar no mundo como desejariam. E recolhem-se à ociosidade, alegando o medo da ação.
Medo de trabalhar.
Medo de servir.
Medo de fazer amigos.
Medo de desapontar.
Medo de sofrer.
Medo da incompreensão.
Medo da alegria.
Medo da dor.
E alcançam o fim do corpo, como sensitivas humanas, sem o mínimo esforço para enriquecer a existência.
Na vida, agarram-se ao medo da morte.
Na morte, confessam o medo da vida.
E, a pretexto de serem menos favorecidos pelo destino, transformam-se, gradativamente, em campeões da inutilidade e da preguiça.
Se recebeste, pois, mais rude tarefa no mundo, não te atemorizes à frente dos outros e faze dela o teu caminho de progresso e renovação. Por mais sombria seja a estrada a que foste conduzido pelas circunstâncias, enriquece-a com a luz do teu esforço no bem, porque o medo não serviu como justificativa aceitável no acerto de contas entre o servo e o Senhor.


Emmanuel/Francisco C. Xavier. Fonte Viva.

terça-feira, 18 de dezembro de 2012

Gálatas 2, 15-16


15.    Nós, judeus de nascença, e não pecadores dentre os pagãos,   
16.    sabemos, contudo, que ninguém se justifica pela prática da lei, mas somente pela fé em Jesus Cristo.
         Também nós cremos em Jesus Cristo, e tiramos assim a nossa justificação da fé em Cristo, e não pela prática da lei.
         Pois, pela prática da lei, nenhum homem será justificado.

Considerações.

A justificação a que alude o apóstolo é a da retidão de conduta; da conformidade do procedimento do ser à Lei Divina.
A Lei de Moisés, prescreve a circuncisão aos homens, dentre outras normas de conduta. Todavia, tais práticas não encontram guarida nos Ensinos do Cristo: Amai a Deus acima de todas as coisas e ao próximo como a si mesmo.
Atente-se que "tiramos assim a nossa justificação da fé em Cristo"
a fé aí dita é a ativa: acreditamos no Cristo, em suas exortações, e por isso, praticamo-as - realizamos o amor ao próximo em seus diversos desdobramentos: caridade, paciência, silêncio, renúncia, abnegação, perdão, etc.

Assim, em Cristo, somos justificados (justos, retos, éticos, amorosos, benignos) segundo o Jugo Leve.

Quanto à Lei, higieniza, mas não justifica; é freio, mas não elemento de justificação: pela prática da lei, nenhum homem será justificado.

Não adotar alguns comportamentos, não justifica o desprezo ao que se deve fazer.

Bom dia a todos!

NA OBRA REGENERATIVA



"Irmãos, se algum homem chegar a ser surpreendido nalguma ofensa vós, que sois espirituais, orientai-o com espírito de mansidão, velando por vós mesmos para que não sejais igualmente tentados." - Paulo. (GÁLATAS, 6:1.)
Se tentamos orientar o irmão perdido nos cipoais do erro, com aguilhões de cólera, nada mais fazemos que lhe despertar a ira contra nós mesmos.
Se lhe impusermos golpes, revidará com outros tantos.
Se lhe destacamos as falhas, poderá salientar os nossos gestos menos felizes.
Se opinamos para que sofra o mesmo mal com que feriu a outrem, apenas aumentamos a percentagem do mal, em derredor de nós.
Se lhe aplaudimos a conduta errônea, aprovamos o crime.
Se permanecemos indiferentes, sustentamos a perturbação.
Mas se tratarmos o erro do semelhante, como quem cogita de afastar a enfermidade de um amigo doente, estamos, na realidade, concretizando a obra regenerativa.
Nas horas difíceis, em que vemos um companheiro despenhar-se nas sombras interiores, não olvidemos que, para auxiliá-lo, é tão desaconselhável a condenação, quanto o elogio.
Se não é justo atirar petróleo às chamas, com o propósito de apagar a fogueira, ninguém cura chagas com a projeção de perfume.
Sejamos humanos, antes de tudo.
Abeiremo-nos do companheiro infeliz, com os valores da compreensão e da fraternidade.
Ninguém perderá, exercendo o respeito que devemos a todas as criaturas e a todas as coisas.
Situemo-nos na posição do acusado e reflitamos se, nas condições dele, teríamos resistido às sugestões do mal.
Relacionemos as nossas vantagens e os prejuízos do próximo, com imparcialidade e boa intenção.
Toda vez que assim procedermos, o quadro se modifica nos mínimos aspectos.
De outro modo será sempre fácil zurzir e condenar, para cairmos, com certeza, nos mesmos delitos, quando formos, por nossa vez, visitados pela tentação.



Emmanuel/Francisco C. Xavier. Fonte Viva.

sexta-feira, 14 de dezembro de 2012

SIGAMO-LO



“Aquele que me segue não andará em trevas.” - Jesus. JOÃO, 8:12


Há quem admire a glória do Cristo. Mas a admiração pura e simples pode transformar-se em êxtase inoperante.
Há quem creia nas promessas do Senhor. Todavia, a crença só por si pode gerar o fanatismo e a discórdia.
Há quem defenda a revelação de Jesus. Entretanto, a defesa considerada isoladamente pode gerar o sectarismo e a cegueira.
Há quem confie no Divino Mestre. Contudo, a confiança estagnada pode ser uma força inerte.
Há quem espere pelo Eterno Benfeitor. No entanto, a expectativa sem trabalho pode ser ansiedade inútil.
Há quem louve o Salvador. Louvor exclusivo, porém, pode coagular a adoração improdutiva.
A palavra do Enviado Celeste, entretanto, é clara e incisiva: - "Aquele que me segue não andará em trevas."
Se te afeiçoaste ao Evangelho não te situes por fora do serviço cristão.
Procuremos o Senhor, seguindo-lhe os passos.
Somente assim estaremos com o Cristo, recebendo-lhe a excelsa luz.



Emmanuel/Francisco C. Xavier. Fonte Viva.

terça-feira, 11 de dezembro de 2012

Gálatas 3, 7 a 9




7.  Sabei, pois: só os que têm fé é que são filhos de Abraão.
8. Prevendo a Escritura que Deus justificaria os povos pagãos pela fé,
    anunciou esta boa nova a Abraão:
    Em ti todos os povos serão abençoados (Gên 18, 18).
9  De modo que os homens de fé são abençoados com a benção de Abraão,
    homem de fé.


Considerações.

A palavra filhos no contexto permite o sentido de ter origem, ser seguidor.
Também os termos justiça e seus derivados empregam-se com o sentido-objetivo de recursos para elevar a conduta humana a níveis harmônicos à vontade Divina.

A Fé justifica aquele que a tem. Isto é natural.
Se tem-se fé, adeso absoluto se é em que se acredita.
Há uma fidelidade total decorrente da crença.
O sentimento de fé justifica o ser pelo esforço que aquele infunde neste para ajustar-se aos princípios que abraça.

A benção de Deus a coroar a fé é selo para o justo.
Não que a benção seja primazia apenas dos que têm fé, pois que o existir é uma benção, e todos são convidados bons e maus; mas, como diz o Eclesiástico 39, 40 Não há razão para dizer: "Isto é pior do que aquilo", porque todas as coisas serão achadas boas a seu tempo.
Bom dia a todos!
Luiz Alves.

segunda-feira, 10 de dezembro de 2012

VARONILMENTE

"Vigiai, estai firmes na fé, portai-vos varonilmente, sede fortes." - Paulo. I CORINTIOS, 16:13.

Vigiai na luta comum.
Permanecei firmes na fé, ante a tempestade.
Portai-vos varonilmente em todos os lances difíceis.
Sede fortes na dor, para guardar-lhe a lição de luz.
Reveste-se o conselho de Paulo aos coríntios, ainda hoje, de surpreendente oportunidade.
Para conquistarmos os valores substanciais da redenção, é imprescindível conservar a fortaleza de ânimo de quem confia no Senhor e em si mesmo.
Não vale a chuva de lágrimas despropositadas, ante a falta cometida.
Arrependermo-nos de qualquer gesto maligno é dever, mas pranteá-lo indefinidamente é roubar tempo ao serviço de retificação.
Certo, o mal deliberado é um crime, todavia, o erro impensado é ensinamento valioso, sempre que o homem se inclina aos desígnios do Senhor.
Sem resistência moral, no turbilhão de conflitos purificadores, o coração mais nobre se despedaça.
Não nos cabe, portanto, repousar no serviço de elevação.
É natural que venhamos a tropeçar muitas vezes.
É compreensível que nos firamos freqüentemente nos espinhos da senda.
Lastimável, contudo, será a nossa situação toda vez que exigirmos rede macia de consolações indébitas, interrompendo a marcha para o Alto.
O cristão não é aprendiz de repouso falso. Discípulo de um Mestre que serviu sem acepção de pessoas até à cruz, compete-lhe trabalhar na sementeira e na seara do Infinito Bem, vigiando,  ajudando e agindo varonilmente.


Emmanuel/Francisco C. Xavier. do Livro Fonte Viva.

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sexta-feira, 7 de dezembro de 2012

APÓS JESUS


"E, quando o iam levando, tomaram um certo Simão, cireneu, que vinha do campo, e puseram-lhe a cruz às costas, para que a levasse após Jesus," - LUCAS, 23:26

A multidão que rodeava o Mestre, no dia supremo, era enorme.
Achavam-se ali os gozadores impenitentes do mundo, os campeões da usura, os escarnecedores, os ignorantes, os espíritos fracos que reconheciam a superioridade do Cristo e temiam anunciar as próprias convicções, os amigos vacilantes do Evangelho, as testemunhas acovardadas, os beneficiados pelo Divino Médico, que se ocultavam, medrosos, com receio de sacrifícios...
Mas um estrangeiro, instado pelo povo, aceitou o madeiro, embora constrangido, e seguiu carregando-o, após Jesus.
A lição, entretanto, seria legada aos séculos do futuro...
O mundo ainda é uma Jerusalém enorme, congregando criaturas dos mais variados matizes, mas se te aproximas do Evangelho, com sinceridade e fervor, colocam-te a cruz sobre o coração.
Daí em diante, serás compelido às maiores demonstrações de renúncia, raros te observarão o cansaço e a angustia e, não obstante a tua condição de servidor, com os mesmos problemas dos outros, exigir-te-ão espetáculos de humildade e resistência, heroísmo e lealdade ao bem.
Sofre e trabalha, de olhos voltados para a Divina Luz.
Do Alto descerão para o teu espírito as torrentes invisíveis das fontes celestes, e vencerás com valorosidade.
Por enquanto, a cruz ainda é o sinal dos aprendizes fiéis.
Se não tens contigo as marcas do testemunho pela responsabilidade, pelo trabalho, pelo sacrifício ou pelo aprimoramento íntimo, é possível que ames profundamente o Mestre, mas é quase certo que ainda não te colocaste, junto dele, na jornada redentora.
Abençoemos, pois, a nossa cruz e sigamo-lo destemerosos, buscando a vitória do amor e a ressurreição eterna.


Emmanuel/Francisco C. Xavier. Livro Fonte Viva.

quinta-feira, 6 de dezembro de 2012

SOMENTE ASSIM


"Nisto é glorificado meu Pai, que deis muito fruto; e assim sereis meus discípulos." - Jesus. (JOÃO, 15:8.)

Em nossas aflições, o Pai é invocado.
Nas alegrias, é adorado.
Na noite tempestuosa, é sempre esperado com ânsia.
No dia festivo, é reverenciado solenemente.
Louvado pelos filhos reconhecidos e olvidado pelos ingratos, o Pai dá sempre, espalhando as bênçãos de sua bondade infinita entre bons e maus, justos e injustos.
Ensina o verme a rastejar, o arbusto a desenvolver-se e o homem a raciocinar.
Ninguém duvide, porém, quanto à expectativa do Supremo Senhor a nosso respeito. De existência em existência, ajuda-nos a crescer e a servi-Lo, para que, um dia, nos integremos, vitoriosos, em seu divino amor e possamos glorificá-Lo.
Nunca chegaremos, contudo, a semelhante condição, simplesmente através dos mil modos de coloração brilhante dos nossos sentimentos e raciocínios.
Nossos ideais superiores são imprescindíveis, e no fundo assemelham-se às flores mais belas e perfumosas da árvore. Nossa cultura é, sem dúvida, indispensável, e, em essência, constitui a
robustez do tronco respeitável. Nossas aspirações elevadas são preciosas e necessárias, e representam as folhas vivas e promissoras.
Todos esses requisitos são imperativos da colheita.
Assim também ocorre nos domínios da alma.
Somente é possível glorificar o Pai quando nos abrimos aos seus decretos de amor universal, produzindo para o bem eterno.
Por isso mesmo, o Mestre foi claro em sua afirmação.
Que nossa atividade, dentro da vida, produza muito fruto de paz e sabedoria, amor e esperança, fé e alegria, justiça e misericórdia, em trabalho pessoal digno e constante, porquanto, somente assim o Pai será por nós glorificado e só nessa condição seremos discípulos do Mestre Crucificado e Redivivo.

Emmanuel/Francisco C. Xavier. Livro Fonte Viva.

quarta-feira, 5 de dezembro de 2012

FERMENTO ESPIRITUAL


"Não sabeis que um pouco de fermento leveda a massa toda?" -.Paulo. (I CORINTIOS, 5:6).

O fermento é uma substância que excita outras substâncias, e nossa vida é sempre um fermento espiritual com que influenciamos as existências alheias.
Ninguém vive só.
Temos conosco milhares de expressões do pensamento dos outros e milhares de outras pessoas nos guardam a atuação mental, inevitavelmente.
Os raios de nossa influência entrosam-se com as emissões de quantos nos conhecem direta ou indiretamente, e pesam na balança do mundo para o bem ou para o mal.
Nossas palavras determinam palavras em quem nos ouve, e, toda vez que não formos sinceros, é provável que o interlocutor seja igualmente desleal.
Nossos modos e costumes geram modos e costumes da mesma natureza, em torno de nossos passos, mormente naqueles que se situam em posição inferior à nossa, nos círculos da experiência e do conhecimento.
Nossas atitudes e atos criam atitudes e atos do mesmo teor, em quantos nos rodeiam, porquanto aquilo que fazemos atinge o domínio da observação alheia, interferindo no centro de elaboração das forças mentais de nossos semelhantes.
O único processo, portanto, de reformar edificando é aceitar as sugestões do bem e praticá-las intensivamente, por intermédio de nossas ações.
Nas origens de nossas determinações, porém, reside a idéia.
A mente, em razão disso, é a sede de nossa atuação pessoal, onde estivermos.
Pensamento é fermentação espiritual. Em primeiro lugar estabelece atitudes, em segundo gera hábitos e, depois, governa expressões e palavras, através das quais a individualidade influencia na vida e no mundo. Regenerado, pois, o pensamento de um homem, o caminho que o conduz ao Senhor se lhe revela reto e limpo.

Emmanuel/Francisco C. Xavier. Livro: Fonte Viva.

segunda-feira, 3 de dezembro de 2012

CADA QUAL



“Ora, há diversidade de dons, mas o Espírito é o mesmo”.- Paulo. I CORINTIOS 12:4.


Em todos os lugares e posições, cada qual pode revelar qualidades divinas para a edificação de quantos com ele convivem.
Aprender e ensinar constituem tarefas de cada hora, para que colaboremos no engrandecimento do tesouro comum de sabedoria e de amor.
Quem administra, mais freqüentemente pode expressar a justiça e a magnanimidade.
Quem obedece, dispõe de recursos mais amplos para demonstrar o dever bem cumprido.
O rico, mais que os outros, pode multiplicar o trabalho e dividir as bênçãos.
O pobre, com mais largueza, pode amealhar a fortuna da esperança e da dignidade.
O forte, mais facilmente, pode ser generoso, a todo instante.
O fraco, sem maiores embaraços, pode mostrar-se humilde, em quaisquer ocasiões.
O sábio, com dilatados cabedais, pode ajudar a todos, renovando o pensamento geral para o bem.
O aprendiz, com oportunidades multiplicadas, pode distribuir sempre a riqueza da boa-vontade.
O são, comumente, pode projetar a caridade em todas as direções.
O doente, com mais segurança, pode plasmar as lições da paciência no ânimo geral.
Os dons diferem, a inteligência se caracteriza por diversos graus, o merecimento apresenta valores múltiplos, a capacidade é fruto do esforço de cada um, mas o Espírito Divino que sustenta as criaturas é substancialmente o mesmo.
Todos somos suscetíveis de realizar muito, na esfera de trabalho em que nos encontramos.
Repara a posição em que te situas e atende aos imperativos do Infinito Bem. Coloca a Vontade Divina acima de teus desejos, e a Vontade Divina te aproveitará.


Emmanuel/Francisco C. Xavier. Fonte Viva.