Casa Espírita situada na Cidade de Novo Gama - GO. Endereço: Qd. 49 R. 40 Lote 8 - Boa Vista I, Novo Gama - GO - CNPJ: 09.380.203/0001-25. Atividades: Sábados (08:00 as 12:00). Atendimento Fraterno: 09:00-09:15. Passes: 09:20-09:40. Reunião Pública (Papo de Luz): 09:45-10:15. Evangelização Infantil: 09:00-10:30. Sopa Fraterna: 10:450-11:30. Juventude: 11:00-12:00 h. Contato: 61-99280-5347 (Fátima) e (61)98153-8649 (Domingos) Conta Bancária: CEF - Agência 0655, Operação: 013; Conta: 0027662-0 -
terça-feira, 22 de dezembro de 2009
Na glória do Cristo
Surge o Evangelho do contacto entre dois mundos. Zacarias, o sacerdote, faz-se clarividente de um instante para outro e vê um mensageiro espiritual que se identifica pelo nome de Gabriel, anunciando-lhe o nascimento de João Batista.
O mesmo Gabriel, na condição de embaixador celestial, visita Maria de Nazaré e saúda-lhe o coração lirial, notificando-lhe a maternidade sublime.
Nasce, então, Jesus sob luzes e vozes dos Espíritos Superiores.
Usando o magnetismo divino que lhe é próprio, o Excelso Benfeitor transforma a água em vinho, nas bodas de Caná.
Intervém nos fenômenos obsessivos de variada espécie, nos quais as entidades inferiores provocam desajustes diversos, seja na alienação mental do obsidiado de Gadara ou na exaltação febril da sogra de Pedro.
Levanta corpos cadaverizados e regenera as forças vitais dos enfermos de todas as procedências.
Apazigua elementos desordenados da Natureza e multiplica alimentos para as necessidades do povo.
Sonda os ideais mais íntimos da filha de Magdala, quanto lê na samaritana os pensamentos ocultos.
Conversa, ele mesmo, com desencarnados ilustres, no cimo do Tabor, ante os discípulos espantados.
Avisa a Pedro que Espíritos infelizes procurarão Induzi-lo à queda moral, e faz sentir a Judas que não desconhece a trama de sombras de que o apóstolo desditoso está sendo vítima.
Ora no horto, antes da crucificação, assinalando a presença de enviados divinos.
E, depois da morte, volta a confabular com os amigos, fornecendo-lhes instruções quanto ao destino da Boa-Nova.
Reaparece, plenamente materializado, diante dos aprendizes, no caminho de Emaús, e, mais tarde, em Espírito, procura Saulo de Tarso, nas vizinhanças de Damasco, para confiar-lhe elevada missão entre os homens.
E porque o jovem perseguidor do Evangelho nascente se mostre traumatizado, ante o encontro imprevisto, busca ele próprio a cooperação de Ananias para socorrer o novo companheiro dominado de assombro.
É inútil, assim, que cristãos distintos, nesse ou naquele setor da fé, se reúnam para confundir respeitosamente a mediunidade em nome da metapsíquica ou da parapsicologia — que mais se assemelham a requintados processos de dúvida e negação —, porque ninguém consegue empanar os fatos mediúnicos da vida de Jesus, que, diante de todas as religiões da Terra, permanece por Sol indiscutível, a brilhar para sempre.
Do cap. 17 do livro Seara dos Médiuns, obra de Emmanuel, psicografada pelo médium Francisco Cândido Xavier.
terça-feira, 15 de dezembro de 2009
quinta-feira, 26 de novembro de 2009
20. A Marcha
Importa seguir sempre, em busca da edificação espiritual definitiva. Indispensável caminhar, vencendo obstáculos e sombras, transformando todas as dores e dificuldades em degraus de ascensão.
Traçando o seu programa, referia-se Jesus à marcha na direção de Jerusalém, onde o esperava a derradeira glorificação pelo martírio. Podemos aplicar, porém, o ensinamento às nossas experiências incessantes no roteiro da Jerusalém de nossos testemunhos redentores.
É imprescindível, todavia, esclarecer a característica dessa jornada para a aquisição dos bens eternos.
Acreditam muitos que caminhar é invadir as situações de evidência no mundo, conquistando posições de destaque transitório ou trazendo as mais vastas expressões financeiras ao circulo pessoal.
Entretanto, não é isso.
Nesse particular, os chamados “homens de rotina” talvez detenham maiores probabilidades a seu favor.
A personalidade dominante, em situações efêmeras, tem a marcha inçada de perigos, de responsabilidades complexas, de ameaças atrozes. A sensação de altura aumenta a sensação de queda.
É preciso caminhar sempre, mas a jornada compete ao Espírito eterno, no terreno das conquistas Interiores.
Muitas vezes, certas criaturas que se presumem nos mais altos pontos da viagem, para a Sabedoria Divina se encontram apenas paralisadas na contemplação de fogos-fátuos.
Que ninguém se engane nas estações de falso repouso.
Importa trabalhar, conhecer-se, iluminar-se e atender ao Cristo, diariamente. Para fixarmos semelhante lição em nós, temos nascido na Terra, partilhando-lhe as lutas, gastando-lhe os corpos e nela tornaremos a renascer.
XAVIER, Francisco Cândido/Emmanuel (Espírito). Pão Nosso, cap. 20, ed. FEB.
quarta-feira, 25 de novembro de 2009
96. Justamente por isso.
O intercâmbio cada vez mais intensivo entre os chamados “vivos” e “mortos” constitui grande acontecimento para as organizações evangélicas de modo geral.
Não é tão-somente realização para a escola espiritista; pertence às comunidades do Cristianismo inteiro.
Por enquanto, anotamos aqui e ali protestos do dogmatismo organizado, entretanto, a revivescência da verdade assim o exige.
Toda aquisição tem seu preço e qualquer renovação encontra obstáculos espontâneos.
Dia virá em que as várias subdivisões do evangelismo compreenderão a divina finalidade do novo concerto.
O movimento de troca espiritual entre as duas esferas é cada vez mais dilatado. O devotamento dos desencarnados provoca a atenção dos encarnados.
O Senhor permitiu mundial Pentecostes para o reajustamento da realidade eterna.
Convém notar, contudo, que as vozes comovedoras e revigorantes do Além repetem, comumente, velhas fórmulas da Revelação e relembram o passado da Sabedoria terrestre, a fim de extrair conceituação mais respeitável referentemente à vida.
É neste ponto que recordamos as palavras de João, interrogando sinceramente: comunicar-se-ão os “mortos” com os “vivos”, porque os homens ignoram a verdade?
Isso não.
Se os que partem falam novamente aos que ficam é que estes conhecem o caminho da redenção com Jesus, mas não se animam, nem se decidem a trilhá-lo.
Emmanuel/Francisco C. Xavier. Livro Pão Nosso, cap. 96, ed. FEB.
segunda-feira, 23 de novembro de 2009
105. Observação Primordial.
Replicando ao escriba que o interpelou, com relação ao primeiro de todos os mandamentos, Jesus precede o artigo inicial do Decálogo de observação original que merece destacada.
Antes de todos os programas de Moisés, das revelações dos Profetas e de suas próprias bênçãos redentoras no Evangelho, o Mestre coloca uma declaração enérgica de princípios, conclamando todos os espíritos ao plano da unidade substancial. Alicerçando o serviço salvador que Ele mesmo trazia das esferas mais altas, proclama o Cristo à Humanidade que só existe um Senhor Todo-Poderoso — o Pai de Infinita Misericórdia.
Sabia, de antemão, que muitos homens não aceitariam a verdade, que almas numerosas buscariam escapar às obrigações justas, que surgiriam retardamento, má-vontade, indiferença e preguiça, em torno da Boa Nova; no entanto, sustentou a unidade divina, a fim de que todos os aprendizes se convencessem de que lhes seria possível envenenar a liberdade própria, criar deuses fictícios, erguer discórdias, trair provisoriamente a Lei, estacionar nos caminhos, ensaiar a guerra e a destruição, contudo, jamais poderiam enganar o plano das verdades eternas, ao qual todos se ajustarão, um dia, na perfeita compreensão de que “o Senhor é nosso Deus, o Senhor é um só”
Emmanuel/Francisco C. Xavier. Pão Nosso, cap. 105, ed. FEB.
sexta-feira, 20 de novembro de 2009
147. Não é Só.
Na atividade religiosa, muita gente crê na reforma da personalidade, desde que o discípulo da fé se desligue de certos bens materiais.
Um homem que distribua grande quantidade de rouparia e alimento entre os necessitados é tido à conta de renovado no Senhor; contudo, isto constitui modalidade da verdadeira transformação, sem representar o conjunto das características que lhe dizem respeito.
Há criaturas que se despojam de dinheiro em favor da beneficência, mas não cedem no terreno da opinião pessoal, no esforço sublime de renunciação.
Enormes fileiras de aprendizes proclamam-se dispostas à prática do bem; no entanto, exigem que os serviços de benemerência se executem conforme os seus caprichos e não segundo Jesus.
Em toda parte, ouvem-se fervorosas promessas de fidelidade ao Cristo; todavia, ninguém conseguirá semelhante realização sem observar o conjunto das obrigações necessárias.
Pequeno erro de cálculo pode trair o equilíbrio de um edifício inteiro. Eis por que em se despojando alguém de algum patrimônio material, a benefício dos outros, não se esqueça também de desintegrar, em derredor dos próprios passos, os velhos envoltórios do rancor, do capricho doentio, do julgamento apressado ou da leviandade criminosa, dentro dos quais afivelamos pesada máscara ao rosto, de modo a parecer o que não somos.
Emmanuel/Francisco C. Xavier. Pão Nosso, cap. 147, ed. FEB.
quinta-feira, 19 de novembro de 2009
40. Em Preparação.
Traduziremos o Evangelho
Em todas as línguas,
Em todas as culturas,
Exaltando-lhe a grandeza,
Destacando-lhe a sublimidade,
Semeando-lhe a poesia,
Comentando-lhe a verdade,
Interpretando-lhe as lições,
Impondo-nos ao raciocínio,
Aprimorando o coração
E reformando a inteligência,
Renovando leis,
Aperfeiçoando costumes
E aclarando caminhos...
Mas, virá o momento
Em que a Boa Nova deve ser impressa, em nós mesmos,
Nos refolhos da mente,
Nos recessos do peito,
Através das palavras e das ações.
Dos princípios e ideais,
Das aspirações e das esperanças,
Dos gestos e pensamentos.
Porque, em verdade,
Se o Céu nos permite espalhar-lhe a Divina Mensagem no mundo,
Um dia, exigirá nos convertamos
Em traduções vivas do Evangelho na Terra.
Emmanuel, psicografia Francisco C. Xavier. Pão Nosso, cap. 40, ed. FEB.
quarta-feira, 4 de novembro de 2009
sexta-feira, 16 de outubro de 2009
A amizade real
Sentindo-se mais velho, chamou o filho à cooperação. O rapaz deveria aprender com ele a distribuir gentilezas e bens.
Para começar, enviou-o à residência de um companheiro de muitos anos, ao qual destinava trezentos cruzeiros mensais.
O jovem seguiu-lhe as instruções.
Viajou seis quilômetros e encontrou a casa indicada. Contrariando-lhe a expectativa, porém, não encontrou um pardieiro em ruínas. O domicílio, apesar de modesto, mostrava encanto e conforto. Flores perfumavam o ambiente e alvo linho vestia os móveis com beleza e decência.
O beneficiário de seu pai cumprimentou-o, com alegria efusiva, e, depois de inteligente palestra, mandou trazer o café num serviço agradável e distinto. Apresentou-lhe familiares e amigos que se envolviam, felizes, num halo enorme de saúde e contentamento.
Reparando a tranquilidade e a fartura, ali reinantes, o portador regressou ao lar, sem entregar a dádiva.
— Para quê? — confabulava consigo mesmo — aquele homem não era um pedinte. Não parecia guardar problemas que merecessem compaixão e caridade. Certo, o genitor se enganara.
De volta, explicou ao velho pai, partícularizadamente, quanto vira, restituindo-lhe a importância de que fora emissário.
O ancião, contudo, após ouvi-lo calmamente, retirou mais dinheiro da bolsa, dobrou a quantia e considerou:
— Fizeste bem, tornando até aqui. Ignorava que o nosso amigo estivesse sob mais amplos compromissos. Volta à residência dele e, ao invés de trezentos, entrega-lhe seiscentos cruzeiros, mensalmente, em meu nome, de ora em diante. A sua nova situação reclama recursos duplicados.
— Mas, meu pai — acentuou o moço —, não se trata de pessoa em posição miserável.
Ao que suponho, o lar dele possui tanto conforto, quanto o nosso.
Folgo bastante com a noticia — exclamou o velho.
E, imprimindo terna censura à voz conselheiral, acrescentou:
— Meu filho, se não é lícito dar remédio aos sãos e esmolas aos que não precisam delas, semelhante regra não se aplica aos companheiros que Deus nos confiou. Quem socorre o amigo, apenas nos dias de extremo infortúnio, pode exercer a piedade que humilha ao invés do amor que santifica. Quem espera o dia do sofrimento para prestar o favor, muita vez não encontrará senão silêncio e morte, perdendo a melhor oportunidade de ser útil. Não devemos exigir que o irmão de jornada se converta em mendigo, a fim de parecermos superiores a ele, em todas as circunstâncias. Tal atitude de nossa parte representaria crueldade e dureza. Estendamos-lhe nossas mãos e façamo-lo subir até nós, para que nosso concurso não seja orgulho vão. Toda gente no mundo pode consolar a miséria e partilhar as aflições, mas raros aprendem a acentuar a alegria dos entes amados, multiplicando-a para eles, sem egoísmo e sem inveja no coração. O amigo verdadeiro, porém, sabe fazer isto. Volta, pois, e atende ao meu conselho para que nossa afeição constitua sementeira de amor para a eternidade. Nunca desejei improvisar necessitados, em torno de nossa porta e, sim, criar companheiros para sempre.
Foi então que o rapaz, envolvido na sabedoria paterna, cumpriu quanto lhe fora determinado, compreendendo a sublime lição de amizade real.
(Francisco C. Xavier. Alvorada Cristã, cap. 18)
segunda-feira, 5 de outubro de 2009
terça-feira, 1 de setembro de 2009
CONVITE AO ESTUDO
Diziam-se devotadas ao culto do Supremo Senhor; entretanto, alçavam fogueiras e postes de martírio, perseguindo ou exterminando pessoas sensíveis e afetuosas em seu nome.
Milhões de criaturas evidenciaram admirável bondade no pretérito, demonstrando profunda compreensão fraternal no trabalho que foram chamadas a desenvolver entre os homens; no entanto, porque a educação lhes escasseasse no espírito, caíram em terríveis enganos, favorecendo a tirania e a escravidão sobre a Terra.
Denotavam obediência a Deus, no exercício da própria generosidade, entretanto, compraziam-se na ignorância, estimulando delitos e abusos, a pretexto de submissão à Providência Divina.
Nesse sentido, porém, a palavra do apóstolo Pedro é de notável oportunidade em todos os tempos.
Procuremos alicerçar a fé na bondade, para que a nossa fé não se converta em fanatismo, mas isso ainda não basta.
É forçoso coroar a fé e a bondade com a luz do conhecimento edificante.
Todos necessitamos esperar no Infinito Amor, todavia, será justo aprender "como"; todos devemos ser bons, contudo, é indispensável saber "para quê".
Eis a razão pela qual se nos impõe o estudo em todos os lances da vida, porquanto, confia realizando o melhor e auxiliar na extensão do eterno bem, realmente demanda discernir.
(Do livro "Palavras de Vida Eterna"), Emmanuel, psicografia de Francisco Candido Xavier.
terça-feira, 25 de agosto de 2009
Senhor da Vida
Abençoa-nos o propósito
De penetrar o caminho da Luz!...
Somos Teus filhos,
Ainda escravos de círculos restritos,
Mas a sede do Infinito
Dilacera-nos os véus do ser.
Herdeiros da imortalidade,
Buscamos-Te as fontes eternas
Esperando, confiantes, em Tua misericórdia.
De nós mesmos, Senhor, nada podemos.
Sem Ti, somos frondes decepadas
Que o fogo da experiência
Tortura ou transforma..
Unidos, no entanto, ao Teu Amor,
Somos continuadores gloriosos
De Tua Criação interminável.
Somos alguns milhares
Neste campo terrestre;
E, antes de tudo,
Louvamos-Te a grandeza
Que não nos oprime a pequenez...
Dilata-nos a percepção diante da vida,
Abre-nos os olhos
Enevoados pelo sono da ilusão
Para que divisemos Tua glória sem fim!...
Desperta-nos docemente o ouvido,
A fim de percebermos o cântico
De tua sublime eternidade.
Abençoa as sementes de sabedoria
Que os teus mensageiros esparziram
No campo de nossas almas;
Fecunda-nos o solo interior,
Para que os divinos germens não pereçam.
Sabemos, Pai,
Que o suor do trabalho
E a lágrima da redenção
Constituem adubo generoso
A floração de nossas sementeiras;
Todavia,
Sem Tua bênção,
O suor enlanguesce
E a lágrima desespera...
Sem Tua mão compassiva,
Os vermes das paixões
E as tempestades de nossos vícios
Podem arruinar-nos a lavoura incipiente.
Acorda-nos, Senhor da Vida,
Para a luz das oportunidades presentes;
Para que os atritos da luta não as inutilizem,
Guia-nos os pés para o supremo bem;
Reveste-nos o coração
Com a Tua serenidade paternal,
Robustecendo-
Poderoso Senhor,
Ampara-nos a fragilidade,
Corrige-nos os erros,
Esclarece-nos a ignorância,
Acolhe-nos em Teu amoroso regaço.
Cumpram-se, Pai Amado,
Os Teus desígnios soberanos,
Agora e sempre.
Assim seja.
A PRECE DE EUSÉBIO
(Do livro "No Mundo Maior", cap. 1, André Luiz, Francisco Cândido Xavier)
terça-feira, 4 de agosto de 2009
Mensagem de uma criança

Não me desampare no presente.
...
quarta-feira, 15 de julho de 2009
O SONHO DE LUTERO
- Estão aí os protestantes?
- Não; aqui não se encontra um protestante sequer.
- Que me dizes?! Os protestantes não alcançaram a salvação mediante o sangue de Cristo?!
- Já lhe disse, e repito: não há aqui protestantes.
- Então, será que aqui estejam os católicos-romanos, os membros daquela Igreja que ajurei?
- Tampouco conhecemos aqui os filhos dessa Igreja; não existe aqui romanos.
- Estarão, quem sabe, os partidários de Maomé ou de Buda?
- Não estão, nem uns nem outros.
- Dar-se-á, acaso, que o Céu se encontre desabitado?
- Tal não acontece. Incontáveis são os habitantes da casa do Pai, ocupando todas as suas múltiplas moradas.
- Dize-me, então, depressa: quem são os que se salvam, e a que Igreja pertencem na Terra?
- A todas e a nenhuma. Aqui não se cogita de denominações nem de dogmas. os que se salvam são os que visitam as viúvas e os órfãos em suas aflições, guardando-se isentos da corrupção do século. Os que se salvam são os que procuram aperfeiçoar-se, corrigindo-se dos seus defeitos, renascendo todos os dias para uma vida melhr. Os que se salvam são os que amam o próximo, e renunciam ao mundo, com suas fascinações. Os que se salvam são os que porfiam, transitando pelo caminho estreito, juncado de espinhos: o caminho do dever. Os que se salvam sãos os que obedecem à voz da consciência, e não aos reclamos do interesse. Os que se salvam são os que trabalham pela causa da Justiça e da Verdade, que é a Causa Universal, e não pelo engrandecimento de causas regionais, de determinadas agremiações com títulos e rótulos religiosos. Os que se salvam são os que aspiram à glória de Deus, ao bem comum, à felicidade coletiva. Os que se salvam....
- Basta! - atalhou Lutero. - Já compreendo tudo: preciso voltar à Terra e introduzir certa reforma na Reforma.
****
Não sabemos se, de fato, é verdadeiro este sonho atribuído ao ex-frade agostinho. Contudo, é o caso de dizer-mos: se ele não sonhou isso, devia ter sonhado.
Que se edifiquem nas palavras do anjo os espíritas e também os teosofistas com sua terminologia agreste; pois, se Lutero não indagou sobre os tais, é porque na época do sonho não existiam aquelas denominações. Se existissem, certamente o anjo teria dito delas o mesmo que disse das demais.
(Vinicius. Livro: Nas Pegadas do Mestre, pag. 35, ed. FEB).
sexta-feira, 10 de julho de 2009
terça-feira, 16 de junho de 2009
Juventude e Família
Seguem algumas fotos dos nossos jovens.
"Mas, se alguém não cuida dos seus, e especialmente dos da sua família, tem negado a fé, e é pior que um incrédulo." (I Timóteo 5:8).
segunda-feira, 1 de junho de 2009
Para Pensar
Schellida / Eliana Machado Coelho
Livro 'O Retorno'
terça-feira, 26 de maio de 2009
Fim do Silêncio.... ou Grito Silencioso????
Fonte: http://vivopelavida.com.br/2009/05/05/fim-do-silencio-ou-grito-silencioso/comment-page-1/#comment-1754
terça-feira, 5 de maio de 2009
quarta-feira, 8 de abril de 2009
Para pensar....
Outro dia um companheiro espírita, falando sobre os esforços que fazia na busca do autoconhecimento, disse que havia chegado a um ponto em que encarar as próprias mazelas lhe dava grande sofrimento; chegava a sentir dor física, que achava muito importante em seu caminho evolutivo.
Lembrei-me então de uma palestra do Lama Padma Santem que aconteceu no Ferespe de 2004, na qual ele falou sobre a percepção budista a respeito da vida, da natureza ilimitada à qual pertencemos e a forma como olhamos a vida, aos outros e a nós mesmos.
Foi como se caísse uma ficha, pondo à mostra uma das causas das nossas grandes dificuldades evolutivas, tendo em vista que o movimento espírita, portador de tão elevados conhecimentos, deveria estar vivenciando com muito mais intensidade os valores que prega. Como desculpa afirmamos que somos seres humanos como os demais e, portanto erramos tanto quanto os demais.
Será?
Refletindo mais um pouco, dois pontos me pareceram bem claros.
O primeiro está no fato de sempre termos colocado em primeiro lugar o estudo da doutrina espírita, em detrimento da sua vivência. Em toda parte nos meios espíritas se ouve: “Precisamos estudar mais a doutrina”. Raramente ouvimos: “Precisamos organizar atividades que nos ajudem em nossas transformações interiores”.
Ermance Dufaux disse, com muita propriedade: “Espiritismo na cabeça é informação. No coração é transformação”.
Se as lideranças espíritas tivessem desde sempre se ocupado em desenvolver e incentivar atividades voltadas ao crescimento interior com o mesmo empenho com que têm cuidado do estudo doutrinário, será que hoje não haveria muito mais amorosidade e humildade nos nossos meios?
O segundo ponto a que me referi está no nosso olhar, na forma como vemos a vida e a evolução; em como entendemos dever conduzir nosso crescimento interior.
OBSERVAÇÃO: não confundir crescimento interior com merecimento. O primeiro trata das transformações interiores, da evolução espiritual. O segundo se refere a ações caritativas, a atividades no centro espírita, na divulgação do espiritismo, etc.
Neste segundo ponto duas coisas parecem claras:
a) no afã de buscar autoconhecimento, focamo-nos tanto na identificação das nossas virtudes e mazelas que acabamos por estabelecer parâmetros comparativos para avaliarmos nossa condição evolutiva. Com isso acabamos construindo um olhar crítico e esse olhar não se limita a nós mesmos, porque, mesmo sem perceber, sempre olharemos os outros buscando as comparações de que precisamos para nos orientar. Essa é uma postura que tem gerado uma espécie de competição evolutiva, tanto entre nós mesmos, quanto em relação aos membros de outras crenças.
b) como os nossos esforços evolutivos se assentam sobre o alicerce do autoconhecimento, as ações para nossa reforma interior se estabelecem no sentido de combater as mazelas que vamos encontrando, mas isto é o que há de mais difícil, a ponto de gerar sofrimento e até mesmo dor física, conforme tem sido relatado por alguns companheiros.
Não estará errada esta forma? Não estará aí um dos gargalos da nossa evolução espiritual?
Não acha que seria muito mais produtivo se, ao invés de ficarmos revolvendo nosso interior a procura das mazelas, cuidássemos de iluminá-lo, alimentá-lo com a nutrição do amor e da humildade?
Se as nossas ações são reflexos do nosso ambiente íntimo, mudando o ambiente, as ações e atitudes também mudam.
Então, cuidar dos nossos estados de espírito fica bem mais fácil e menos sofrido que escarafunchar mazelas e lutar contra elas.
Certamente podemos e devemos procurar nos autoconhecer, mas sem cobranças e muito menos envaidecimentos, porém com intuito de nos auto-ajudar.
Em 2005 os benfeitores espirituais nos apresentaram a idéia de uma agenda, focada em estados de espírito. Esse trabalho recebeu o título Agenda Mínima para evoluir. Nessa agenda apresentamos como um dos seus diferenciais a priorização da ação evolutiva a partir dos estados de espírito. Isto é muitíssimo mais fácil do que ficar vigiando cada pensamento, palavra, sentimento e ação. Lembrando também que, apenas praticar ações virtuosas é algo superficial, não muda estruturas, mas desenvolver estados de espírito é trabalhar os valores correspondentes, em sua profundidade.
Quem se interessar pelo assunto pode baixar o conteúdo desse opúsculo no link Download.
Tanto esse opúsculo, quanto os outros 4 que são encontrados nesse link, podem ser solicitados gratuitamente por centros espíritas, para serem emprestados aos trabalhadores da casa.
No final desta página, os endereços e telefone para contato.
Fraternalmente,
Saara Nousiainen
Fonte: http://www.projetocrescer.org/diversos.htm
quarta-feira, 11 de março de 2009
Reinicio Atividades Evangelização
No último dia 07 de março, retornamos nossas atividades de Evangelização de Crianças e Jovens, à Luz da Doutrina Espírita.
Estamos com cerca de 80 (oitenta) alunos, do Jardim à Juventude (04 a 18 anos).
Ficamos muito felizes por recomeçar tarefa tão importante, pois através dela, estaremos plantando sementinhas do bem no coração das crianças.
Na ocasião foram distribuídos os Kits de material escolar, resultado da laboriosa luta dos nossos irmãos Celso/Ceiça e seus colaboradores, que não medem esforços para ajudar a criançada materialmente carente, da região onde está situada a nossa casa.
Vamos colocar algumas fotos, que ilustram esse momento importante de reinicio.
Fotos:
Fazer o Bem faz Bem.
Abraços,
Antonio
terça-feira, 17 de fevereiro de 2009
DENTRO DA LUTA
"Não peço para que o tires do mundo, mas que os livres do mal!" - Jesus (João, 17:15)
Não peças o afastamento de tua dor. Roga forças para suportá-la, com serenidade e heroísmo, a fim de que lhe não percas as vantagens do contato.
Não solicites o desaparecimento das pedras de seu caminho. Insiste na recepção de pensamentos que te ajudem a aproveitá-las.
Não exijas a expulsão do adversário. Pede recursos para a elevação de ti mesmo, a fim de que lhe transformes os sentimentos.
Não supliques a extinção das dificuldades. Procura meios de superá-los, assimilando-lhes as lições. Nada existe sem razão de ser. A Sabedoria do Senhor não deixa margem à inutilidade.
O sofrimento tem a sua função preciosa nos planos da alma, tanto quanto a tempestade tem o seu lugar importante na economia da natureza física. A árvore, desde o nascimento, cresce e produz, vencendo resistências.
O corpo da criatura se desenvolve entre perigos de variada espécie. Aceitemos o nosso dia de serviço, onde e como determine a Vontade Sábia do senhor.
Apresentando os discípulos ao Pai Celestial, disse o Mestre: - "Não peço que os tire do mundo, mas que os livres do mal".
A Terra tem a sua missão e a sua grandeza; libertemo-nos do mal que opera em nós própriose receber-lhe-emos o amparo sublime, convertendo-nos junto dela em agentes vivos do Abençoado Reino de Deus.
quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009
RECORDA JESUS
Não olvides Jesus.
Onde estivesse, andava
Sob enormes problemas.
Viveu servindo aos outros
Suportando inimigos.
Se ahcou algum descanso,
Foi somente em si próprio.
Até morrer
Não encontrou lugar;
Pois, foi alçado à cruz
Que ele mesmo arrastou.
Emmanuel/Francisco C. Xavier. Livro Hora Certa, Ed. GEEM.


