Bom dia a todos,
É incrível como a fofoca, o mexerico, o falatório descabido, o fuxico são um problema recorrente dentro dos centros. Lógico, o problema não é exclusivo dos centros espíritas, é um problema recorrente em praticamente todos os lugares onde há uma convivência entre pessoas.
Eu mesmo já vivenciei, em certa oportunidade há alguns anos atrás, o mal que a fofoca desenfreada pode causar a um grupo de médiuns dentro de um centro. Pessoas que estão ali reunidas para praticar o bem e ajudar aos mais necessitados.
Isso é algo que realmente deveríamos tentar combater em nós mesmos todos os dias; não pelo “simples” bem à instituição a qual nos encontramos vinculado, mas pela nossa própria evolução, para combater o mal e a maledicência, para expulsarmos, um pouquinho a cada dia, o homem ranzinza que existe dentro de nós. Tentemos!!!!
A baixo deixo um texto de Joana de Angelis (psicografia de Divaldo Franco), que fala e nos adverte, com muita propriedade, sobre o assunto.
Abraços a todos e boa leitura!
Dentre os muitos males que o verbo infeliz pode produzir, o mexerico é, possivelmente, dos mais graves.Semelhante a vaso pútrido, o falatório exala miasma pestilencial, que contamina os incautos, que dele se acercam.Ali proliferam a maledicência insensata, o julgamento arbitrário, a acusação indébita, a suspeita inapelável, a infâmia disfarçada, quando não irrompe a calúnia maleável, capaz de engendrar a destruição dos mais nobres ideais e vidas respeitáveis.Atira-se a brasa do falatório inconsciente e espera-se que o fogo da irresponsabilidade ameace, devorador, a estrutura onde produz chamas.Nasce na conversa simples, porém, perniciosa. Emana de uma observação candente e feita de impiedade, a qual se difunde facilmente por ausência de serviço edificante, em decorrência da hora vazia, pela dilatação das apreciações indébitas.O falatório é, também, verdugo do falador, porquanto, aquele que se compraz em censurar, torna-se vítima da censura alheia.Acautela-te dos que somente sabem colocar ácido e observações infelizes. Não estás indene à acusação deles.Se te trazem informação inditosa, por mais amigo que te seja, de ti levará informação incorreta para outrem, a quem chama amigo, e que ignoras.Não permitas que os teus ouvidos, voltados para a verdade, se convertam em caixa de acusações desditosas.Ninguém te pede a santificação em um dia, nem espera a tua redenção numa hora.Aliás, se isto se dera, o beneficiado seria tu próprio. Todavia, todos aguardam que não incidas, reincidas ou insistas no erro, promovendo a renovação dos teus propósitos cada dia, a toda hora, em cada instante……O teu chamado ao Evangelho de Jesus significa compromisso novo para com a vida, e, se outrem erra, não te utilizes do erro dele, para que justifiques o teu erro.Não prestarás satisfação da tua conduta ao teu próximo, mas Àquele que te enviou a servir.Sempre que falares, faze o relatório do bem: desculpa, ajuda, perdoa e compreende.O irmão caído não necessita de empurrão para mais baixo, entretanto, espera mão amiga para reerguer-se.Quem erra, tem a ferida do engano; aquele que se equivoca, padece a ulceração do erro.Disputa a honra de acertar, falando sobre o bem, em nome do Supremo Bem, para o teu próprio bem.Fonte: Celeiro de Bênçãos: Divaldo Pereira Franco ditado pelo Espírito Joanna de Ângelis
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