quinta-feira, 14 de abril de 2011

Coríntios I, 10, 25-26 e 31

25. Comei de tudo o que se vende no açougue, sem indagar de coisa alguma por motivo de consciência.

26. Do Senhor é a terra e tudo que ela encerra.

31. Portanto, quer comais quer bebais ou façais qualquer outra coisa, fazei tudo para a glória de Deus.

Considerações.

Nestes versículos, instrui o apóstolo com relação a questões de alimento tão em voga em sua época e ainda presente neste século.

Cristo, em questão semelhante, faz o ensino “não é o que entra pela boca que mácula o homem, mas o que lhe sai da boca” acrescenta que a boca fala de que está cheio o coração.

Notória é a expressão “por motivo de consciência” e nela nos concentraremos.

Quando se diz que não se come tal alimento por motivos religiosos diante um que tenha convicção contrária, está-se a proferi-lhe uma condenação. Por isso em versículo adiante, esclarece o apóstolo que a consciência é a do outro.

Dito está: fazei ao próximo o que desejaríeis se vos façam. Então, o respeito à consciência e a liberdade de cada um – desde que esta não transponha os limites do direito recíproco – é esteio ao bom proceder e realiza o não julgueis para não serdes julgado.

Resume o apóstolo Portanto “quer comais quer bebais ou façais qualquer outra coisa, fazei tudo para a glória de Deus”.

Cuidemos para que tudo o quanto se faça, seja para a glória de Deus. E é sabido que pensar é uma ação.

Bom dia a todos

Por: Luiz Alves Rodrigues.

quinta-feira, 7 de abril de 2011

I Coríntios 10, 24

24. Ninguém busque o seu interesse, mas o do próximo.

Considerações.

Ensinos contra o egoismo.
Reforça o ensino do Cristo "aquele que quiser ser maior que seja o servidor".

Mas como buscar o interesse do próximo a viver-se a medir-lhe as posses e a julgar se ele merece-as ou não?

Quanto nos empenhamos a seguir os ensinos que visam a nos libertar de vícios como: egoismo, orgulho, inveja, ciúme, ...?

Simplicidade! Ah! Quem me dera!
Ainda ontem, ao voltar ao lar
Notei, numa parada de ônibus, de cócoras um gracioso menininho de seus 4 anos de idade a brincar com alguns gravetos a tanger ou sacudir as folhas no chão a seu olhar sereno...

Apreciei o primoroso quadro: uma criança a divertir-se, gostosamente absorto a divagar nos movimentos que produzia com os gravetos em suas mãos.

A simplicidade de coisas tão naturais lhe eram suficiente: folhas evadidas de árvores, gravetos quebradiços pelo suave esforço do tempo eram o bastante para libertar-lhe da gravidade da vida.
Tergiversar-se-ão: é por que era um menino, uma criança!
Lembro: "Aquele que não se fizer como uma dessas crianças não entrará no Reino dos Céus "

Bom dia a todos
Luiz Alves Rodrigues.