terça-feira, 29 de maio de 2012

II Coríntios, 4, 16-18


16.    É por isso que não desfalecemos. 
        Ainda que exteriormente se desconjunte nosso homem exterior, 
        nosso interior renova-se de dia para dia.
    
17.    A nossa presente tribulação, momentânea e ligeira,
        nos proporciona um peso eterno de glória incomensurável.
 
18.   Porque não miramos as coisas que se vêem, mas sim as que não se vêem .
        Pois as coisas que se vêem são temporais e as que não se vêem são eternas.


Considerações.


Muito embora se nos tenha dito isto há tempos, comportamo-nos em consonancia com a expressão vulgar
"não se deve deixar o certo pelo duvidoso".É que sem a fé, as coisas que não se vêem, configuram dúvidas; assim, preferem-se as coisas temporárias que são vistas.

E como fruto da incrédulidade, aprisionado à ilusão da matéria, atormenta-se o Espírito por não ter nem uma nem outra: 
as coisas que se vêem e as que não se vêem.

O que se deve fazer?
A fé é uma conquista, não uma graça!

Como conquistá-la?!!! 

Já ouvimos falar do Homem da Cruz?


Bom dia a todos!
Luiz Alves

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