terça-feira, 21 de agosto de 2012

Galatas 1, 6-10


6. Estou admirado de que tão depressa passeis daquele que vos chamou à graça de Cristo para um evangelho diferente.
7. De fato, não há dois (evangelhos): há apenas pessoas que semeiam a confusão entre vós e querem perturbar o Evangelho de Cristo.
8. Mas, ainda que alguém - nós ou um anjo baixado do céu - vos anunciasse um evangelho diferente do que vos temos anunciado, que ele seja anátema.
9. Repito aqui o que acabamos de dizer: se alguém pregar doutrina diferente da que recebestes, seja ele excomungado!
10. É, porventura, o favor dos homens que eu procuro, ou o de Deus? Por acaso tenho interesse em agradar aos homens?
    Se quisesse ainda agradar aos homens, não seria servo de Cristo.


Considerações.


Os que semeiam a discórdia, a confusão, são de todos os tempos evangélicos.
Não foi à toa que o Cristo de Deus ensinou: Conhecesse a árvore pelos frutos, uma árvore má não dá bons frutos,
e uma árvore boa não dá maus frutos!.

Por óbvio, sabia e sabe o Cristo a cizânia humana, pelo que acudiu de logo a estabelecer um ponto de concórdia: as boas obras; a misericórida; a compaixão; a caridade, como frutos a serem ofertados pelas árvores.
O zelo do Apóstolo Paulo, em sua necessária dureza, não admitia desvio da pulcritude do Evangelho do Cristo.
Nem nós o adimitimos. O Evangelho do Cristo, o tomai sobre vós o meu jugo, pois ele é leve e suave o qual prescreve o amor a Deus acima de todas as cosias e ao próximo como a si mesmo, de fato não carece de acréscimo algum, nem é possível seja desvirtuado dado a simplicidade do ensino que encerra.

Assim, que sobeje em nós a graça do ensejo da produção de bons frutos, pelo que peçamos:
O pão nosso de cada dia, dai-nos hoje!

Bom dia a todos!
Luiz Alves

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