sexta-feira, 8 de março de 2013

Filipenses 1, 22-25


22 Mas, se eu viver no corpo é útil para o meu trabalho, não sei então o que devo preferir.
23 Sinto-me pressionado dos dois lados: por uma parte, desejaria desprender-me para estar com Cristo - o que seria imensamente melhor;
24 Mas, de outra parte, continuar a viver é mais necessário, por causa de vós...
25 Persuadido disto, sei que ficarei e continuarei com todos vós, proveito vosso e consolação da vossa fé.

Considerações.

Desprender-me! Assim, alude o apóstolo. A vida é uma prisão; a morte a libertação quando se tem a certeza da vida em comunhão com Deus.
Imensamente melhor, a vida espiritual quando bem se cumpre o DEVER.
Mas, aí reside o ponto capital: o dever impõe que continuar a viver é mais necessário, porquanto, ao pastor incumbe o cuido do rebanho;
aos pais, o zelo dos filhos; ao sã, a esperança do enfermo. 
O Dever é o agir consoante a lei branda do amor, e persuadido de arder-se pelo bem do próximo, consome-se feito sol perene sem a trégua de arrebóis núncios de sossego.
Na Estrada de Damasco, o apóstolo narra que um clarão de sol de meio dia manifestara-se a ele com a doce voz do Saulo, Saulo! Por que me persegues?!

Continuar a viver se nos impõe como o sol do meio dia!

Então...

Bom dia a todos!

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